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domingo, 15 de setembro de 2019

Inflação

Energia elétrica e combustíveis derrubam inflação em novembro

Índice alcança menor resultado desde 1994, informa IBGE

Por: ALINE OLIVEIRA07/12/2018 às 15:06
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Nesta sexta-feira, (7), foi divulgado o levantamento mensal do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme a pesquisa, os itens que apresentaram maior redução no preço foram a energia elétrica (4,04%) e os combustíveis, especificamente a gasolina (3,07%). 

Com a retração dos preços, o mês de novembro registrou uma das maiores deflações do país, inclusive a menor desde 1994, com 0,21%. Apesar do desempenho positivo, o acumulado do ano em 2018 ainda está maior que ano passado: 3,59% contra 2,50% em 2017. 

O analista de Índice de Preços do IBGE, Pedro Costa, destacou a participação da energia elétrica, que registrou deflação de -0,16 ponto percentual no índice geral. “Tivemos a mudança da bandeira tarifária. Estava no patamar dois da bandeira vermelha e passou a ser amarela. Isso foi o principal”, explica.

No mesmo sentido, os combustíveis causaram a queda nos preços de transportes (-0,74%), grupo que teve maior impacto negativo nesse mês (-0,14 ponto percentual). Curiosamente, o grupo havia representado o maior impacto positivo em outubro, com 0,17 p.p. e alta de 0,92%. 

“A queda nos combustíveis foi causada, principalmente, pela gasolina, que caiu 3,07%. Foi o segundo maior impacto negativo individual, que foi 0,15 ponto percentual. A Petrobras reduziu em 24% o valor cobrado nas refinarias. E uma parte disso foi repassada para o consumidor final”, explica Costa.

QUEDA DE PREÇOS

Dos nove grupos de produtos e atividades, cinco tiveram quedas nos preços em novembro: Habitação (-0,71%), Transportes (-0,74%), Vestuário (-0,43%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,71%) e Comunicação (-0,07%). Os quatro grupamentos que não fecharam o mês com taxa negativa foram Educação (0,04%), Alimentação e Bebidas (0,39%), Artigos de Residência (0,48%) e Despesas Pessoais (0,36%).

“O que ajudou a conter um pouco a queda nos preços foi a Alimentação, principalmente por conta das altas do tomate, da cebola e da batata inglesa”, complementa o analista.

A tendência de queda nos preços repetiu-se em praticamente todos os locais pesquisados pelo IPCA. Das 16 localidades, as únicas taxas positivas ocorreram na região metropolitana de Belém (0,0%) e em Goiânia (0,12%).

“As únicas duas regiões que não ficaram negativas foram Goiânia e Belém. Belém apenas ficou estável, enquanto Goiânia subiu por conta de um reajuste de energia elétrica, de 15,56%, que entrou em vigor em 22 de outubro”, conclui Costa.

*Com informações assessoria de comunicação IBGE

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