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tera, 19 de novembro de 2019

VIOLÊNCIA

"Quebrei a cara", diz mãe após filho de 2 anos ser morto por agressão e abuso

Menino de 2 anos sofreu abuso sexual, suspeito é padrasto de 17 anos

Por: TERO QUEIROZ*04/11/2019 às 13:23
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Polícia investiga morte de criança encontrada com sinais de asfixia e violência sexualPolícia investiga morte de criança encontrada com sinais de asfixia e violência sexualFoto: Reprodução/ TV Anhanguera
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Neste domingo (3), um menino de dois anos foi encontrado morto por asfixia, o suspeito pela morte da criança é o padrastro, de 17 anos. Segundo a perícia, o pequeno também tinha sinais de agressão e abuso sexual. O caso aconteceu em uma casa, no Parque Eldorado Oeste, em Goiânia. O padrasto e a mãe da criança foram levados para a delegacia para prestar esclarecimentos.

Segundo o boletim de ocorrência do estado, os bombeiros foram acionados pelo padrastro. Ao chegar no local, a equipe de socorro encontrou a criança ainda com vida, mas devido a uma parda cardiorespiratória ela morreu. Alguns hematomas que o neném tinha pelo corpo levantaram a suspeita dos socorristas que acionaram de emediato a Polícia Militar.  

O padrasto estava com a vítima e outra criança dentro de casa quando os militares chegaram. Ele negou ter cometido qualquer agressão contra o menino. A mãe da criança, que tem 19 anos, chegou à residência momentos depois. Os dois foram levados para a Central de Flagrantes.

De acordo com a Polícia Técnico-Científica, a causa da morte foi asfixia, mas também havia marcas de violência sexual, agressão e mordidas. Foram colhidas amostras de material genético para tentar identificar o autor do estupro.

A mãe, contou que foi para a casa de uma amiga e depois recebeu uma ligação de seu companheiro informando que o menino estava passando mal. Ao chegar no local, a criança já estava sendo atendida pelos bombeiros.

Para a polícia, a mãe do menino disse que o namorado agredia o filho, mas ela achou que ele tinha mudado e que nunca mataria o filho dela. “Aconteceu sim [agressões], mordidas, duas vezes, aí ele parou. Nesse dia agora [da morte] aconteceu novamente. Pra mim ele tinha mudado, ele falou que não ia fazer mais, acreditei nele e quebrei a cara. Ele me falava que as mordidas não eram pra machucar, mas que era carinho. No fundo não acreditava, mas deixei passar porque esperava que ele ia mudar”, afirmou a jovem.

Segundo o delegado Hellyton Carvalho, ela vai responder por abandono de incapaz e deve passar por audiência de custódia para saber se continuará presa.  O adolescente negou o crime, mas, em depoimento formal, ficou em silêncio. Ele foi autuado pelo ato infracional equivalente a homicídio qualificado e estupro de vulnerável.

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