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tera, 12 de novembro de 2019

PRÓ-BIVAR E PRÓ-BOLSONARO

Crise aumenta após suposta gravação de Bolsonaro pedindo derrubada de líder do PSL

"Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade", afirmou o presidente

Por: TERO QUEIROZ17/10/2019 às 11:05
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Foto: Reprodução/Web

O presidente já iniciou a manhã de hoje (17) desovando a briga que ocorre desde que foi revelada uma reunião tramada ontem (16) onde foi combinada suposta articulação para troca do líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), substituindo-o por Eduardo Bolsonaro (SP). Questionado, Bolsonaro praticamente confirmou que a reunião aconteceu, ao dizer que: “Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade". 

Na reunião em questão, que elevaria a posição do filho do presidente dentro da Câmara, estavam 27 deputados do PSL. Após a divulgação da suposta gravação, deputados do PSL ligados ao presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), apresentaram nova lista, para manter Delegado Waldir no cargo, e abriram uma "guerra de listas".

Tudo teria começado após Bolsonaro sugerir que seu filho, “zero três” tivesse mais destaque no partido, pensando no caminho percorrido por Eduardo. 

Na terça-feira, 15, Delegado Waldir havia orientado a bancada do PSL a votar contra uma Medida Provisória que tratava da reestruturação administrativa da Casa Civil e da Secretaria de Governo, o que chateou o presidente.

No áudio atribuído a Bolsonaro ele pede apoio dos deputados para derrubar o Delegado Waldir. "Eu falei com alguns parlamentares. Me gravaram? Deram uma de jornalista? Eu converso com os deputados", disse Bolsonaro.

 Questionado se pedirá investigação sobre o vazamento, Bolsonaro deixou a conversa com a imprensa em frente ao Palácio da Alvorada, onde o presidente costuma fazer selfies com fãs e conversar e responder a perguntas de jornalistas.

CRISE

Bolsonaro externou a crise no partido na última semana, ao pedir a um militante que "esquecesse o PSL" e dizer que Bivar estava "queimado para caramba".

Desde então, a sigla está rachada entre os pró-Bivar e os pró-Bolsonaro. Na última terça-feira, 15, uma operação de busca e apreensão deflagrada pela Polícia Federal em endereços ligados a Bivar, no Recife, agravou a crise no partido e ameaça prejudicar o andamento de projetos de interesse do Palácio do Planalto no Congresso.

*Com informações do Estadão Conteúdo.  

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