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domingo, 17 de fevereiro de 2019

Deputado George Takimoto coloca Mato Grosso do Sul em evidência como marco da eficiência na área da

06/12/2013 às 09:11
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A construção do Hospital Regional da Grande Dourados não foi vislumbrada apenas com o olhar da estatística microrregional, enxergando as necessidades que envolvem cerca de 800 mil pessoas que habitam 35 municípios. Além de socorrer demandas da maior concentração de núcleos urbanos e de mosaicos geográficos e sociais rarefeitos de Mato Grosso do Sul, o projeto dá ao Estado uma condição singular de referência entre as unidades federativas verdadeiramente comprometidas com a defesa do bem-estar e da saúde da população, especificamente daquela que mais precisa da atenção e dos cuidados do poder público.
Quando a primeira etapa do hospital estiver concluída, no final do próximo ano, e ser inaugurada pelo governador André Puccinelli (PMDB), o povo de Dourados e de toda a microrregião poderá conferir a materialização de um sonho antigo. Um sonho perseguido com a impressionante paciência oriental e viabilizado dentro de um contexto em que o realismo nunca esteve dissociado da saudável utopia que levou George Takimoto a fazer da Medicina sua confissão de fé e de submissão à serventia das vontades humanas. takimoto 4
Da pacata Lavínia, interior paulista, onde nasceu, à  Faculdade da Santa Casa de São Paulo, onde formou-se em Ciência da medicina, especializando-se em Clínica-Geral, Cirurgia-Geral e Geriatria, percorreu passo a passo os primeiros caminhos que lhe fizeram descortinar o mundo desafiador e até desestimulante pelo tamanho das chagas e das desigualdades sociais. A caminhada, no entanto, em vez de frustrar-se ou de apresentar caminhos mais fáceis e mais sedutores a um jovem médico, continuou naquela mesma rota do seu ideal humanista. Não se assustou diante do gigantismo das diferenças sócio-econômicas do País, que criava duas sociedades, uma, da pequena minoria do povo com acesso a todos os bens, serviços, comodidades e direitos; e outra, a da esmagadora maioria, privada de condições elementares de vida e de dignidade, como a educação, a saúde e outros itens básicos à existência.
Com esse desafio Takimoto instalou-se em Dourados. Não precisou ir a Cuba para fazer a medicina popular. Começou a trabalhar já como médico de família, quando ainda não havia a imensa quantidade de postos e unidades básicas que há hoje. Ele atendia com tanta convicção, eficiência e entusiasmo que logo tornou-se uma das figuras pontuais do cotidiano social do Município. Logo, veio o chamado inevitável da política. Sua presença na vida pública naturalmente iria ampliar-se. Assim, chegou à vice-prefeitura, representando na campanha o compromisso da administração com a melhoria do sistema de saúde.
NOLVOS DESAFIOS - Em 1986, mais um desafio: aceitou o convite para disputar o cargo de vice-governador na chapa de Marcelo Miranda. Ele, um médico, e Miranda, um engenheiro, ilustrando a combinação de aspirações dos sulmatogrossenses nos setores de infraestrutura e promoção humana, com ênfase na saúde e no conhecimento. Quatro anos depois da vice-governadoria Takimoto se elegeu deputado federal. Já tinha um reconhecido acúmulo de ações e intervenções que o credenciavam entre os mais destacados interlocutores das causas inclusivas do Estado, e sempre atuando de forma discrta, sem alardes, distante dos holofotes e dispensando-se das celebrações midiáticas.
Como vice-prefeito, vice-governador e deputado federal, George Takimoto concentrou sua atuação na busca de medicas e benefícios concretas e estruturais da agenda inclusiva, como a criação da Patrulha Mirim, da Escola Japonesa e da Casa do Estudante Japonês (JICA), além de assegurar recursos para investimentos em vários municípios. Para a Grande Dourados, por exemplo, as verbas que buscou tornaram exequíveis a canalização do Córrego Pingo D'água, próximo à feira-livre, e também o recapeamento da BR-163, no trecho que liga o Município a Caarapó e a Ponta Porã.
 Trabalhou em clínicas e estabelecimentos hospitalares, entre os quais o Hospital Evangélico e o Hospital Santa Rita, em Dourados, além de construir o Hospital São Luiz, em parceria com colegas médicos. Mesmo atendendo em hospitais e clínicas, e muito antes de tornar-se um político, sempre reservou horários de seu dia-a-dia para realizar serviços gratuitos de assistência e orientação às pessoas de menor poder aquisitivo. E foi nesse contexto que surgiu o chamado da política, com base sempre na sua permanente proximidade com o povo, a quem nunca deixou de prestar atendimento, e por sua atuação especializada nas áreas de clínica-geral, cirurgia, ginecologia e geriatria.
Depois de 15 anos afastado da vida pública, dedicando-se integralmente ao exercício da medicina popular, George Takimoto aceitou candidatar-se a deputado estadual. Em 2010, foi eleito deputado estadual com 23.646 votos. Um dos motivos de sua volta à cena política: levar adiante, e consumar, projetos determinantes de seu ideário, entre os quais a construção do Hospital Regional de Dourados. E também cumprir compromissos fundamentais que gravitam na órbita de seu mandato, geralmente relacionados ao bem-estar, à saúde e à sustentabilidade. 
Com esse viés Takimoto conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa diversos projetos, indicações e proposições. Um deles foi transformado na chamada Lei da Cantina Saudável, que deveria estar vigorando, não fosse uma ação intentada pelas federações da Indústria e do Comércio, acatada pela Justiça. A lei disciplinaria a venda e o consumo de alimentos nas cantinas das escolas públicas de todo Estado, impedindo que produtos nocivos á saúde humana ficassem à disposição dos estudantes. Com o veto da Justiça, as cantinas continuam vendendo alimentos que contribuem para que o Estado se confirme entre os mais afetados por doenças decorrentes da ingestão de produtos que, por exemplo, propiciem males como a diabetes e a hipertensão. Campo Grande, por sinal, e segundo o Ministério da Saúde, é a capital brasileira com o maior número de pessoas acima do peso.
O Hospital da Grande Dourados foi incluído por Puccinelli no Programa MS Forte 2. "Graças à insistência deste deputado, graças à sua paciência e à sua determinação, qualidades de um oriental, estamos atendendo esta grande reivindicação do povo da Grande Dourados e cumprindo um dos compromissos prioritários da nossa administração", disse Puccinelli.
FATOR PARIZOTO - Para materializar de vez o projeto do hospital regional, uma providência essencial precisava ser tomada: garantir um lugar adequado e à altura da dimensão do projeto. Coube ao empresário Adão Parizoto, movido por um sentimento de responsabilidade social, entrar no circuito e, sensível à luta de Takimoto e à vontade política do governador, preencher essa lacuna. No dia quatro de novembro, diante de Puccinelli, Takimoto e outras autoridades, Parizoto lavrou com o titular de um cartório de registros de Dourados a doação, ao Estado, de um terreno de cinco hectares (cinquenta mil metros quadrados). 
“É um dos poucos gestos de doação espontânea que eu vi nesse nosso período de governo. Queremos muito agradecê-lo, e, a exemplo de Três Lagoas, vamos investir para fazer o hospital. E, se vierem esses recursos das emendas parlamentares, irão complementar”, frisou Puccinelli. O recurso para a obra - que vai custar cerca de R$ 20 milhões - está sendo assegurado por provisões orçamentárias e alocações obtidas mediante emendas parlamentares.
O sonho de Takimoto, na verdade, é um sonho de todo o povo da Grande Dourados. "Quem produziu essa obra não fomos nem eu e nem o governador, nem um e nem outro personagem individual. Se fosse individualizar méritos que decidiram essa luta, eu destacaria o governador André e o empresário Adão parizoto. mas eles mesmos atribuem essa vitória a quem de direito: o povo da Grande Dourados, é desse povo o DNA desta conquista", sentencia Takimoto.
Edson Moraes
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