30 de novembro de 2020
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SAÚDE

Açúcar deve ser limitado e substituido por opções mais saudáveis, diz nutricionista

Independente do tipo, não se deve consumir mais que 6 colheres de chá (ou 25 gramas) do produto por dia.

Melado de cana, demerara, mascavo, orgânico, cristal e por aí vai. As opções para adoçar um simples cafezinho, fazer um bolo ou um prato de doce vão muito além do açúcar refinado, também conhecido como branco, o mais conhecido e o menos indicado pelos especialistas.

“Durante o processo de refinamento, alguns aditivos químicos, como enxofre, são adicionados para dar a coloração branca. Além disso, o açúcar refinado perde vitaminas e minerais”, explica a nutricionista e doutora em nutrição humana pela Universidade de Brasília, Alessandra Gaspar Sousa.

Por isso, a escolha mais saudável indica um tipo de açúcar que seja pouco processado, para preservar seus nutrientes, e que tenha pouco ou nenhum aditivo químico adicionado.

Antes de substituir o açúcar refinado por outro tipo, o ideal é consultar um nutricionista, pois “a escolha irá depender do paladar de cada pessoa e da recomendação nutricional conforme o seu diagnóstico clínico”, diz Sousa.

"Também é importante ressaltar que todos os tipos de açúcar são bastante calóricos e têm o poder de aumentar rapidamente a glicose no sangue", alerta a nutricionista.

Na prática, todos os tipos de açúcar são transformados em glicose no processo de digestão e são processados pelo fígado. Por isso, qualquer um dos tipos faz mal à saúde e pode levar à obesidade quando consumido em excesso.

Entende-se por excesso mais que 25 gramas de açúcar por dia, o equivalente a cerca de 6 colheres de chá, quantidade limite indicada pela Organização Mundial da Saúde, OMS. Na conta dessa quantidade máxima deve entrar não somente as colheres de açúcar que adicionamos ao cafézinho ou suco, mas também todo o açúcar contido nos alimentos que consumidos durante o dia, como um chocolate, bolo, refrigerante etc.

Leia a matéria completa no G1.