24 de setembro de 2021
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Economia

Vacinar informais em até quatro meses é "obrigação", afirma Paulo Guedes

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Paulo Guedes defende vacinação em massa como saída para a crise econômica
Lorena Amaro
Paulo Guedes defende vacinação em massa como saída para a crise econômica

O ministro da Economia, Paulo Guedes , defendeu a vacinação em massa como solução para a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus. Para ele, é obrigação do governo vacinar os trabalhadores informais nos próximos quatro meses .

"Mesmo liberando esse auxílio emergencial , que deve ajudar na sobrevivência nesse período, temos a obrigação de vaciná-los [os informais] nos próximos três ou quatro meses", disse durante coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira (22). 

O ministro ressaltou que os brasileiros no mercado informal são mais suscetíveis à contaminação, uma vez que dependem das ruas para seu sustento e não podem cumprir o isolamento. O ministro defende pontanto que estes precisam de prioridade na fila de vacinação. 

"Temos que evitar a crueldade do dilema que é: ou fica em casa com dificuldades para a manutenção da sua sobrevivência ou vão sair arriscando a vida", disse Guedes. "A vacinação em massa tem que ser acelerada para garantir a chance de sobrevivência e o retorno seguro ao trabalho, principalmente para as camadas mais vulneráveis", acrescentou.

Esta é a terceira vez que o ministro da Economia defende a vacinação em massa publicamente. Antes em entrevista à jornais espanhóis , e depois em coletiva .  

Além disso, guedes alertou que apesar da arrecadação recorde em fevereiro , o Brasil ainda está sujeito à um recrudecimento nas contas decorrente dos impactos da pandemia.

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"Devemos sofrer algum impacto já na segunda quinzena de março e, possivelmente, no mês de abril. Quero deixar aqui muita ênfase na necessidade de vacinação em massa", reforçou.