15 de maio de 2021
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Azambuja

Azambuja diz que Zauith poderá assumir secretaria

Alguns secretários não farão parte da nova equipe

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O secretariado do novo governo de Reinaldo Azambuja (PSDB) já etá sendo costurado. Na manhã desta sexta-feira (14), durante agenda, o governador declarou que existe a possibilidade de seu vice, Murilo Zauith (DEM), assumir secretaria. “Não definimos ainda, ele já tem prerrogativa de vice mas pode ocupar até uma missão administrativa, seria gestionar alguma secretaria”, reforçou ele.

Azambuja disse também que alguns “colaboradores” não querem mais fazer parte do novo governo, por motivos pessoais. “Outras substituições são normais do rito”, disse o governador.

Sobre a possibilidade do deputado federal Geraldo Resende assumir a Secretaria de Saúde, Azambuja disse que está conversando com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM). “Temos que ter sintonia, hoje temos ministro da saúde do MS e que conhece a realidade”, disse Azambuja.

Porém, o líder do Executivo estadual não quis bater o martelo sobre futuras mudanças e nomes que vão compor a nova equipe. “Estamos definindo nomes e após o Natal vamos anunciar quem vai compor. Estamos discutindo, conversando com Geraldo Resende, Carlos Coimbra, o ministro Mandetta”, reforçou ele.

REFORMA ADMINISTRATIVA

O Executivo estadual encaminhou para a Assembleia Legislativa projeto de lei que extingue Secretaria Estadual de Cultura, gerenciada hoje pelo secretário Athayde Nery. As atividades da secretaria extinta serão continuadas por meio da Secretaria Estadual de Governo (Segov) que tem como titular o secretário Eduardo Riedel.

O projeto da reforma do governo estava prevista para ser votada nesta semana, mas devido novas alterações, a matéria foi adiada para ser apreciada em plenário na próxima semana.

O recesso parlamentar começa no dia 21 de dezembro de 2018 e as propostas precisam ser aprovadas até a última sessão do Legislativo, dia 20 de dezembro para entrarem em vigor em 2019.

DANÇA DAS CADEIRAS
Se Resende continuar no governo, ele não assumirá o lugar de suplente na Câmara dos Deputados, da deputada federal Tereza Cristina (DEM), indicada pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), para ser ministra da Agricultura.

Com a saída de Tereza e a permanência de Resende no governo, o lugar fica vago para a segunda suplente Beatriz Cavassa (PSDB), de Corumbá.