22 de outubro de 2021
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DECRETO MUNICIPAL

Campo Grande vai fechar tudo "não essencial" no final de semana

Fechamento temporário será das 20h de sexta-feira até às 5h de segunda-feira

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Todas as atividades não essenciais em campo Grande serão fechadas das 20h de sexta-feira - horário que inicia o toque de recolher - até as 5h de segunda - quando termina o toque de recolher - a partir do próximo fim de semana. A informação foi confirmada nesta terça-feira (14.julho) pelo prefeito Marquinhos Trad. (PSD).

O novo decreto será publicado no Diogrande desta quarta-feira (15.julho). O prefeito disse ainda que o horário do toque de recolher vai continuar o mesmo, das 20h às 5h.

Na tarde desta terça, antes de determinar a nova restrição aos fins de semana, Trad havia descartado a possibilidade de decretar um lockdow em Campo Grande.

"Não haverá lockdown em Campo Grande, haverá sim medidas restritivas e não o fechamento do comércio, não fechamento do shopping, não fechamento de bares e restaurantes, haverá sim restrições para que nós continuemos a controlar a pandemia, e sobretudo, ter leitos vazios", disse o prefeito.

Fecha tudo, exceto:

Segundo o procurador-geral de Campo Grande, Alexandre Ávalo Santana, entre os serviços essenciais que poderão funcionar estão no fim de semana estão: farmácias, supermercados, serviços de infraestrutura (concessionárias de energia, água, empresas de telefonia e internet).

Ele disse que está sendo discutido com o governo do estado a possibilidade de a medida ser recomendada também aos prefeitos dos 17 municípios que compõem a microrregião de Campo Grande, como uma maneira de ampliar ainda mais o isolamento social.

Conforme o procurador, a ideia com a restrição aos fins de semana é aumentar a taxa de isolamento na capital de Mato Grosso do Sul, que apresenta uma das mais baixas entre as capitais do país.

O estado tem 13 934 casos de covid-19, de acordo com o boletim epidemiológico, da Secretaria do Estado de Saúde. O município tem hoje 196 novos pacientes com a covid-19. Ao todo, foram registradas 45 mortes na capital por causa da doença.