16 de setembro de 2021
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NATUREZA

Como cuidar bem das suas plantinhas em casa

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Então você está pensando e aderir às fortes ondas millenials e criar uma mini floresta dentro de casa? Cada vez mais, principalmente durante o ano da pandemia, as pessoas resolvem adotar vários tipos de plantinhas, não só para fins decorativos, mas também para dar um up na energia do lar, trazendo-os mais perto da natureza tão perdida em centros urbanos. Estudos científicos dizem que, de fato, cobrir sua casa com verde pode reduzir o estresse e a ansiedade, melhorar seu humor e até mesmo melhorar suas funções cognitivas. Mas como escolher qual a melhor planta para seu lar de forma a evitar que sua casa se torne um cemitério de plantas?

Os principais fatores a se levar em conta quando escolhendo quais plantas são melhores para a sua casa são: luz, temperatura, quantidade de água e presença de crianças e/ou animais. Primeiramente você precisará fazer uma rápida pesquisa para verificar se a planta que você está de olho em adquirir é uma planta que requer muita, média ou pouca luz. As mais fáceis de cuidar são, obviamente, as que requerem menos luz, mas basta verificar se sua casa tem abundância de luz e durante quanto tempo (e claro, dependerá também do cômodo no qual você pretender colocar a plantinha).

Se tratando de temperatura, é importante levar em consideração se a planta é uma planta de inverno ou de verão, e, dependendo de onde você more e das temperaturas médias da sua região, talvez você precise relocar a plantinha para cômodos mais quentes ou mais frios nas mudanças de estações (prestando atenção também na questão da umidade, já que muitas precisam de alta umidade para sobreviver).

Já quando se fala de animais ou crianças, é preciso observar se a planta não é tóxica caso seu gato resolva mastigá-la ou arranhá-la, ou caso suas crianças resolvam brincar com elas (ou até mastiga-las também). Por isso é essencial verificar e evitar as plantinhas que sejam potencialmente tóxicas, mesmo que sejam muito bonitas e/ou fáceis de cuidar.

Por fim a questão da água pode parecer fácil, mas é muito comum as pessoas matarem suas verdinhas de tanto regá-las! A primeira dica é permitir que seu vaso drene a água por baixo, dessa forma o solo não fica enxarcado, e você também consegue controlar para ter certeza se a água está sendo propriamente absorvida ou se está indo direto para o pratinho embaixo do vaso. É importante controlar também o momento da rega: no verão regar só de manhãzinha ou no final da tarde, e no inverno só de manhã (para evitar formação de fungos e doenças).

A segunda dica é observar o tamanho da planta: quanto menor, mais atenção e mais água elas irão precisar. Uma regra geral é: a quantidade de água para regar é geralmente cerca de um quarto a um terço do volume do vaso, e mesmo assim, vale a pena checar o solo inserindo um dedo no solo – se ele sair seco, o solo está seco, e se ele sair com bastante solo grudado nele, então não é preciso regar naquele momento (como quando você coloca um palitinho no bolo que está assando, sabe?).

Se você é uma pessoa ocupada ou distraída, talvez seja melhor começar com cactos ou suculentas, as quais são plantas bem resilientes e precisam de muita pouca água (deixando de ser um problema caso você esqueça de regá-las com frequência).