27 de novembro de 2020
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SUBSTITUTO

Escolhido ao MEC deve ser 'olavista' e fanático de direita

Auxiliares do Planalto dizem que Bolsonaro não pretende abandonar ala radical na escolha do sucessor de Weintraub

Na disputa aberta pelo cargo deixado por Abraham após dizer: “vagabundos do STF na cadeia” Weintraub, Jair Bolsonaro está na encruzilhada de uma 'guerra entre a ala moderada do governo e os radicais de Olavo de Carvalho', que lutam para predominar no comando do Ministério da Educação (MEC). 

Uma das pastas mais importantes da Esplanada, e também uma das ferramentas que empoderam um país, acabou convertida em fábrica de notícias negativas. Parecia que Bolsonaro não compraria os conselhos dos inventores de Weintraub mais uma vez. O jogo, segundo fontes do Planalto, está pesado.

Auxiliares presidenciais diziam ontem (22.junho) que Bolsonaro não pretende afastar o fanatismo olavete do MEC. Ainda que o escolhido seja um quadro técnico, terá que prestar contas ao atraso visto no último ano.

Como toda sucessão ministerial, a mesa de Bolsonaro está abarrotada de currículos. Qualquer que seja o escolhido, andará sobre trilhos.

Fonte: VEJA