16 de outubro de 2021
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Exportações

Exportações de carne têm terceiro melhor resultado da história

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O mercado externo, em especial o chinês, continua dando sinais de boa receptividade à carne bovina brasileira. As exportações totais do produto (in natura e processada) em outubro foram o terceiro melhor resultado da história do setor.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), houve crescimento de 12% em relação ao mesmo mês de 2017 e queda de 10% no volume em relação a setembro.

Em volume elas atingiram a 161.517 toneladas, contra 143.916 toneladas em 2017, perdendo somente para a movimentação obtida em agosto e setembro últimos.

No que diz respeito à receita. o resultado de outubro foi de US$ 619,5 milhões, contra US$ 599,5 milhões no mesmo mês do ano passado, aumento de 3%.

Este resultado está em linha com a previsão da Abrafrigo de um crescimento de 10% para as exportações neste ano.

No acumulado até outubro, a movimentação atingiu 1.328.035 toneladas, com crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado quando alcançaram 1.208.668 toneladas.

Nas receitas, o total obtido em 2018 chegou a US$ 5,34 bilhões contra US$ 4,92 bilhões em 2017, crescimento de 8%.

"Vale lembrar que se espera, a partir de novembro, o reinício das vendas para o mercado russo, fechado desde dezembro de 2017, e que no ano passado já havia adquirido 131 mil toneladas do produto brasileiro, o que representou mais de 10% das exportações brasileiras na época", destaca a entidade em nota.

A China continua sendo o maior mercado para a carne bovina brasileira com compras, até outubro, de 585.263 toneladas, através da cidade estado de Hong Kong e do continente.

Em 2017, até o mês passado, eram 448.721 toneladas, o que elevou a participação chinesa nas exportações de 37,1% para 44,1%.

Em segundo lugar veio o Egito, com importações de 147.894 toneladas (+ 19,5%) e em terceiro o Chile, com 92.402 toneladas (+92%).

Entre os 20 principais destinos do produto brasileiro, destacaram-se ainda em crescimento em 2018, o Uruguai, com aumento de 276% nas aquisições.