25 de setembro de 2020
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Governo aprova reajuste no preço dos medicamentos

Remédios poderão subir em até 7,7%

Os preços dos remédios poderão subir em até 7,7%, após decisão aprovada pelo governo publicada hoje no Diário Oficial da União. Mais de nove mil medicamentos ficarão mais caros em todo o país.

Entre eles, produtos de uso contínuo ou administrado em tratamentos de doenças graves estão na lista, medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios, diuréticos, vasodilatadores e ansiolíticos.

A Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento) estabeleceu o teto de 7,7% como reajuste máximo este ano aos fabricantes, de acordo com perfil do produto. Serão três faixas de aumento para o preço na saída das fábricas.

Na primeira categoria, onde concentra o maior percentual de reajuste, remédios como omeprazol (gastrite e úlcera) e amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias) estão inclusos. 

Na segunda categoria, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). Já na terceira, consta ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase), entre outros.