27 de setembro de 2021
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Investigações

Investigações sobre explosões em agências bancárias de MS avançam; 1º bandido está preso

Primeiro preso foi identificado durante cumprimento de mandado de prisão por violência doméstica

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As investigações para chegar até os criminosos que explodiram e roubaram duas agências bancárias de Chapadão do Sul continuam a todo vapor, conforme apontou, na manhã desta quinta-feira (29), o delegado Fábio Peró, do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros).

“As investigações estão avançadas, mas não podemos repassar maiores detalhes para não atrapalhar o trabalho da polícia. Um dos envolvidos já está preso e estamos trabalhando bastante no caso”, adiantou o delegado.

(Delegado Fábio Peró)

As duas agências bancárias foram explodidas na cidade de Chapadão do Sul no último dia sete deste mês. Fortemente armados, cerca de 15 criminosos invadiram e explodiram dois bancos da cidade e levaram aproximadamente R$ 500 mil das agências.

“A Polícia Federal está investigando o roubo a Caixa Econômica e o Garras está trabalhando com o da outra agência que é a do Banco do Brasil. Não descartamos a possibilidade de trocarmos informações para uma equipe ajudar a outra”, ressaltou Peró.

Prisão de um dos envolvidos

Thiago Henrique Fonseca, um dos envolvidos nos roubos, foi preso duas semanas após o crime em Chapadão do Sul. Ele acabou atrás das grades após uma denúncia de violência doméstica, na cidade de Uberlândia, em Minas Gerais.  

(Thiago foi preso no dia 21 deste mês.)

Quando os policiais chegaram à residência, perceberam que um dos veículos usados nos assaltos,  uma caminhonete S10, estava na garagem da casa e, dentro do imóvel, a polícia também encontrou vários explosivos, além das máscaras usadas pelos criminosos no dia do assalto.

Assalto das agências

O bando, fortemente armado com pistolas e fuzis, começou a agir por volta de 3h do último dia 7 e explodiram os caixas da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, que ficam distantes cerca de 300 metros um do outro.

 Os interiores dos prédios ficaram completamente destruídos. Na ação, os criminosos ainda atiraram no quartel da Polícia Militar a fim de dificultar a resposta policial.