27 de janeiro de 2021
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14 de Julho

Prefeitura anuncia liberação de mais um cruzamento da 14 de Julho

Em duas semanas, meta é entregar outras duas frentes das obras

A prefeitura de Campo Grande informou nesta sexta-feira (9) que liberou outro trecho de rua interditada na região central por conta das obras do Reviva Campo Grande: o cruzamento das ruas 14 de Julho com 15 de Novembro já está aberto e a via recebeu nova pintura das faixas de pedestres.

De acordo com seu informativo, a prefeitura informou que na próxima semana deverá ser liberado o trecho entre a 26 de Agosto e 7 de Setembro.

Daqui duas semanas, a expectativa do Poder Municipal é liberar outros dois  trechos, o primeiro entre as ruas Sete de Setembro e 15 de Novembro e depois entre Dom Aquino até a Marechal Rondon .

O pavimento de rolamento entre as ruas Dom Aquino e Marechal Rondon está quase finalizado e, conforme previsão da Engepar, empreiteira responsável pela execução das obras, o trecho deve ser liberado antes do dia 23.

Esta é a primeira das três quadras diferenciadas, que compreende a extensão entre a Avenida Afonso Pena e a Rua Marechal Rondon, e contempla faixa de rolamento com piso intertravado, dando uma “cara” de calçadão, com um layout bem diferente do que era antes.

De acordo com a prefeitura, "além de ser mais bonito", o piso intertravado tem maior capacidade de absorção da água das chuvas e é de mais fácil manutenção.

A requalificação da Rua 14 de Julho ainda compreende paisagismo, mobiliário urbano, câmeras de monitoramento, bicicletário, ilhas de descanso, wi-fi.

PROBLEMAS NO CRONOGRAMA

Conforme revelou o Correio do Estado, depois de enfrentar pressão dos comerciantes, a prefeitura alterou o cronograma para acelerar as obras do Reviva Centro.

A alteração vai reduzir de 60 para 38 dias o tempo de execução em cada uma das dez quadras previstas para passar por intervenção. Desta forma, a meta é entregar sete trechos concluídos até novembro deste ano.

Inicialmente, a previsão era de entregar até dezembro todo o trecho entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa Afonso Pena, equivalente a quatro quadras. As mudanças atendem a pedidos dos comerciantes da região.

Apesar das alterações, a coordenadora de projetos especiais da prefeitura, Catiana Sabadin, ressalta que o contrato com a Engepar Engenharia, responsável pela execução do projeto, é de 20 meses e este prazo não sofrerá alterações. “Estamos tentando antecipar o cronograma e entregar no fim do ano que vem, mas isto depende das intercorrências. Não é uma obra simples”.

Desde o dia 4 de junho, o trecho da Rua 14 de Julho, entre a Avenida Fernando Corrêa da Costa e a Rua 26 de Agosto, recebe intervenções. Portanto, há mais de um mês, as obras estão sendo executadas neste local. Redes de esgotamento sanitário e drenagem já foram feitas. Ainda falta ser concluída a implantação de embutimento das redes aéreas e pavimentação.

Outras duas frentes de trabalho foram abertas entre as ruas 26 de Agosto e 7 de Setembro e entre as ruas Maracaju e Marechal Cândido Mariano Rondon. Apesar de já estarem interditados, por enquanto, estes trechos passam apenas por obras de esgotamento sanitário. 

Até agora, apenas um trecho das obras foi entrehue: a quadra da Rua 14 de julho entre a Avenida Fernando Corrêa da Costa e Rua 26 de Agosto, livres aos motoristas desde o último dia 15 de outubro.

Na ocasião, a reportagem foi ao local das obras e tudo está pronto, menos parte das calçadas. Comerciantes da região informaram que os funcionários da obra não informaram nada a respeito, mas souberam da informação que as obras na calçada seriam terceirizadas por outra empresa e não tinha previsão de ficar pronta.

 
Com duas frentes de trabalho – entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa e Afonso Pena e na altura na Rua Dom Aquino até a avenida Mato Grosso – a prefeitura está estudando a possibilidade da implantação de uma equipe para trabalhar durante a noite, fazendo as calçadas.

O prazo dado à Engepar Engenharia e Participações para conclusão desta etapa é de 22 meses. Todas as obras previstas no Reviva Centro tem de ser concluídas no prazo de cinco anos com risco de perder os recursos de houver descumprimento.