16 de abril de 2021
Campo Grande 32º 20º

José Abrão

Sem iluminação pública, moradores pedem ajuda a vereador na Capital

Na Rua Antonio Landi no conjunto residencial José Abrão os moradores estão revoltados. O motivo é a falta de iluminação pública, apesar da cobrança da Cosip (Contribuição para serviço de iluminação pública), que todos os meses vêm cobrados na conta dos moradores.

Quem reclama da situação é a moradora Sandra Santana, que já pediu várias vezes para que o problema fosse resolvido, porém sem sucesso. “No primeiro mês sem iluminação pública e a taxa veio, normal, minha vizinha ligou e disseram para ela que se não tivesse resultado em um mês que ela retornasse para gerar outro protocolo, foi gerado, eu liguei, mandei e-mail e nada de resolver”, reclama.

Para Sandra, a solução seria deixar de pagar o serviço. “Não tem iluminação pública no bairro, por que eu vou pagar?”, questiona. Para ela, o problema vai além disso. “Tem a questão da segurança. Na escuridão nos sentimos inseguros e a bandidagem aproveita”.

Esse é um dos principais motivos, inclusive, do projeto defendido pelo vereador Chiquinho Telles (PSD) que quer uma taxa única da Cosip para os consumidores residenciais. “O cidadão paga por um serviço que não recebe, e fica revoltado, claro. Imagine você chegar num restaurante, pagar por um prato caro e ele vir incompleto? È isso que está acontecendo com a Energisa, pagamos serviços caros e recebemos serviços incompletos”, compara.

Em todas as reclamações feitas pelos moradores a resposta padrão é que fica a cargo do Executivo, segundo a resposta da Energisa os serviços de instalação, expansão e manutenção do sistema de iluminação pública “são de alçada exclusiva do Poder Executivo Municipal”, e informa que os números de contato para cobrar a troca das lâmpadas é “3314-3675 ou 3314-3676” e que seja formalizada a solicitação.

No entanto, a reportagem tentou contato pelo número solicitado e não conseguiu atendimento, pois o número só dá ocupado.  “Só consegui por e-mail, e não adianta formalizar, formalizar, ligar, e não ter o serviço atendido”, finaliza a moradora.