27 de janeiro de 2021
Campo Grande 30º 21º

BR 419 começa a ser asfaltada em 2014

O ministro dos Transportes, Cesar Borges, garantiu ao deputado estadual Felipe Orro (PDT), que a pavimentação da BR-419 – antigo sonho da população pantaneira – começa ainda neste ano. “O ministro nos assegurou que a obra será iniciada logo após as eleições. Está tudo pronto, o processo está aprovado, a licitação já foi concluída, os recursos garantidos, só falta a ordem de serviço”, disse Felipe Orro. O deputado estava na companhia do governador André Puccinelli (PMDB) em visita ao Ministério dos Transportes para tratar de diversos assuntos de interesse do Estado. Na ocasião foi assinado o convênio que transfere ao Estado a administração e a exploração da ponte rodoviária sobre o Rio Paraná, que liga os municípios de Aparecida do Taboado (MS) a Rubinéia (SP). “A pavimentação da BR-419 é uma luta antiga e vai transformar completamente o perfil econômico das cidades atendidas. Cria uma importante rota Norte-Oeste para escoamento da produção via portos de Corumbá e Porto Murtinho e encurta a distância entre os municípios da região Norte do Estado ao Pantanal, a Bonito e às cidades do Sudoeste”, observou Felipe Orro. A região que corta a BR-419 exigirá um montante elevado de recursos para ser pavimentada. O valor estimado é de R$ 391 milhões, afirmou em fevereiro o secretário de Obras do Estado, Edson Giroto. Estão previstos a construção de túneis para travessia de animais e alambrados nesses trechos, acostamento em toda extensão e pista com categoria no padrão 1, onde os veículos podem trafegar na velocidade de 100 quilômetros por ora. A BR-419 se estende por 233 quilômetros, desde o entroncamento com a BR-163, em Rio Verde, passa por Rio Negro e segue margeando o baixo Pantanal, de um lado, e a Serra da Bodoquena, de outro, até chegar a Aquidauana onde atravessa a BR-262. Dali até o entroncamento com a BR-257, em Jardim, a BR-419 já é pavimentada. A obra foi dividida em quatro frentes, cabendo uma frente a cada empreiteira, para acelerar a conclusão. A primeira frente compreende o trecho de Rio Verde a Rio Negro, a segunda, de Rio Negro à localidade de Santana, a terceira de Santana ao Taboco e a quarta, do Taboco até Aquidauana. Só o projeto executivo da obra custou R$ 10 milhões e foi bancado integralmente pelo governo do Estado. A União exige o projeto executivo, que traz todos os detalhamentos, para injetar recursos federais. Tayná Biazus com Assessoria