26 de setembro de 2020
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Após polêmica, Ronaldo se convoca para time de Aécio

images-cms-image-000373276 No olho de uma polêmica gerada por um comentário negativo sobre a Copa do Mundo, Ronaldo “Fenômeno” revelou intimidade com o senador mineiro Aécio Neves e disse que vai atuar na sua campanha. Em entrevista à Reuters, Ronaldo disse que se sentia envergonhado pelo atraso nas obras da Copa. O comentário gerou uma resposta direta da presidente Dilma Rousseff: "Tenho orgulho das nossas realizações, não temos do que nos envergonhar e não temos o complexo de vira-latas, tão bem caracterizado por Nelson Rodrigues se referindo aos eternos pessimistas de sempre", disse ela, durante discurso no 17º Congresso da União da Juventude Socialista, em Brasília. O ministro Aldo Rebelo, dos Esportes, também afirmou que Ronaldo chutou a bola contra o próprio gol (leia aqui). Ao Valor, o ex-jogador reafirma que, para ele, a Copa foi uma grande oportunidade perdida: "Tínhamos tudo para entregar os investimentos prometidos ao povo”. Como empresário, Ronaldo diz que desistiu de investir no Brasil no próximo ano por estar inseguro. "Essa insegurança que estamos vivendo, essa instabilidade, a revolta, o ódio do povo... O governo deveria tranquilizar a população, o setor empresarial. Dizer que está tudo tranquilo, mas não faz isso. A gente vive tapando buraco aqui e ali e o governo não dá segurança à população", criticou. No contexto, assume de vez sua preferência pelo presidenciável tucano, embora afirme que tem uma ótima relação com a presidente Dilma Rousseff e com o ex-presidente Lula: “Sempre tivemos uma amizade muito forte e agora vou apoiá-lo. É meu amigo, confio nele e acho que é uma ótima opção para mudar o nosso país”. Quanto ao escritor Paulo Coelho, que o chamou recentemente de imbecil por separar investimentos sociais da Copa, ele responde: “Achei completamente deselegante, uma ofensa gratuita, sem entender o contexto, porque estou envolvido na Copa”. Brasil 247