02 de dezembro de 2021
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Empreiteira foi responsável por vazamento de gás na marginal Tietê

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Uma empreiteira contratada pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) para a instalação de fibras óticas na marginal Tietê foi a responsável pelo vazamento de gás que interditou a pista local da marginal durante toda a manhã desta quarta-feira (23), afirmou Sergio Cameron, gestor de trânsito da CET.

A empresa Hencelt foi contratada para ampliar o sistema de fibras óticas no local, para melhorar o monitoramento do trânsito na região. Durante a obra, uma tubulação de gás natural foi rompida, provocando o estufamento da pista local da marginal Tietê e ondulações no asfalto.

De acordo com o gestor da CET, o rompimento aconteceu devido a um erro no mapeamento das tubulações do local. "Imaginava-se que que a tubulação passasse em uma determinada cota, mas ela estava mais rasa", explicou.

Pedestres que passavam pelo local chegaram a passar mal por conta da inalação do gás, e, a pedido da Cetesb, a área foi interditada para evitar o risco de explosões.

A interdição da via também prejudicou o acesso ao terminal rodoviário do Tietê, obrigando os ônibus a fazer um desvio pela avenida Moysés Roysen. De acordo com a Socicam, empresa que administra o terminal, usuários têm enfrentado até duas horas de atraso para embarcar nos ônibus no local.

Em nota, a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) informou que o vazamento na tubulação foi controlado por técnicos da companhia por volta de 9h30. Por volta das 13h15, duas faixas da pista local da marginal Tietê foram liberadas para a circulação de carros.

Agência UOL