22 de abril de 2021
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CIDADE MORENA

Campo Grande salta 5 posições, mas tem queda na Educação, aponta pesquisa

Emprego e qualidade de vida: levantamento aponta as 100 melhores cidades para se viver no Brasil; Campo Grande está na lista

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Campo Grande está na 36ª melhor posição entre os 100 maiores municípios, e melhores para se viver no Brasil. O ranking é do Índice dos Desafios da Gestão Municipal (IDGM). A Capital, manteve a posição na década e ganhou 5 posições na comparação com o último ano. Entre as quatro áreas analisadas, Campo Grande teve sua melhor posição em Saneamento e Sustentabilidade: 32ª posição. A posição nas outras áreas foi: 34ª em Saúde, 43ª em Segurança e 44ª em Educação. Na última década, a cidade melhorou sua posição no ranking em 3 áreas, e perdeu posição em 1 área: Educação (-6 posições); Saúde (+2 posições); Segurança (+14 posições); e Saneamento e Sustentabilidade (+6 posições).

O prefeito Marquinhos Trad (PSD), fez publicação nesta manhã no seu Facebook em que disse: "Somos a melhor cidade do Centro-Oeste e a sétima melhor capital do País para se viver, segundo a Revista Exame. Critérios como educação, geração de empregos e sustentabilidade levaram Campo Grande a uma ótima colocação no ranking. Ainda há muito a se fazer, mas estamos no caminho certo", celebrou.  

Válida a comemoração pois o ranking também aponta para onde a cidade está acertando, o Saneamento, que melhora a qualidade de vida. Mss claramente diz onde está errando Campo Grande erra, nesse caso, na Educação.

Segundo o IDGM, Campo Grande alcançou 5,7 pontos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Ensino Fundamental I na rede pública em 2019. Portanto, notou-se menor que a média dos 100 maiores municípios do país analisados. A Capital ficou na 55ª melhor posição entre eles nesse último ano.

Em 2009, a cidade ocupava a 35ª melhor posição com uma nota maior que a média dos 100 municípios. O indicador cresceu 0,6 pontos entre 2009 e 2019. Essa foi a 95ª melhor variação entre os 100 municípios no período. Tal resultado decorreu do crescimento de 3,9 p.p. da taxa de aprovação e do crescimento de 0,4 pontos na nota média dos alunos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O número de alunos matriculados no Ensino Fundamental I da rede pública no município caiu de 55.111 para 52.177 entre 2009 e 2019.