15 de outubro de 2021
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Mais de 2.000 novos trabalhadores para construção civil é a previsão para esse fim de ano

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Segundo o Sintracom-MS (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário) de Campo Grande, a cidade deve contratar pelo menos 2.000 trabalhadores temporários da construção civil para realização de obras de ampliações, reformas e pequenas construções em residências e estabelecimentos comerciais nesta reta final do ano.

A presidente da entidade José Abelha Neto, explica que esses serviços temporários informais normalmente são contratados no final do ano por familiares e empresários que querem fazer melhorias em seus imóveis. “As obras vão desde simples pinturas a ampliações e reformas de casas e estabelecimentos comerciais”, explica o sindicalista.

 Segundo Abelha Neto, muitas famílias têm por tradição juntar recursos durante o ano para poder executar esses serviços para que a casa ou a empresa fique de cara nova para os festejos de final de ano. Essa poupança, aliada ao 13º salário das famílias, também contribuem para a realização desses serviços,e muitos desses serviços já estão sendo realizados.

Crise

Dos mais de 30 mil trabalhadores na construção civil da Capital, cerca de 4 mil, segundo Abelha Neto, teriam sido demitidos desde o início do ano, por conta da crise econômica que assolou o país e também o Mato Grosso do Sul. “Hoje o mercado formal está estabilizado, ou seja, não estão ocorrendo mais as demissões e nem o contrário, ou seja, não temos contratações significativas nesse mercado formal”, explica.

Já os profissionais demitidos, foram logo para o mercado informal. “Esse pessoal já está trabalhando na informalidade”, explica o sindicalista. Esse mercado informal vai absorver mais esse número, de 2.000 novos