19 de setembro de 2020
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PANDEMIA

Sem previsão de voltas das aulas presenciais, Capital está em 'grau extremo' de contaminação

"Estamos no pior momento da pandemia", disse o Secretário de Governo, Eduardo Riedel

O Governo de Mato Grosso do Sul, o Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir) divulgou na semana passada seu segundo relatório situacional (da 30 ª semana epidemiológica) com dois municípios na faixa amarela (grau tolerável), 39 na laranja (grau médio), 35 na vermelha (grau alto) e três na preta (grau extremo). Com relação ao primeiro mapa, 38 municípios mantiveram o grau de risco, 37 melhoraram e quatro pioraram. 

Essas faixas de risco definem recomendações sobre quais atividades econômicas devem funcionar no município, da seguinte forma: grau baixo - funcionamento de todas as atividades; grau tolerável – essenciais e não essenciais de baixo, médio e alto risco; grau médio – essenciais de não essenciais de baixo e médio risco; grau alto – essenciais e não essenciais de baixo risco e grau extremo – apenas atividades essenciais.

“Estamos no pior momento da pandemia, por isso é essencial que adotemos critérios técnico-científicos para conter o avanço da doença. A atualização dos dados por parte dos municípios refletiu na melhora da classificação de alguns municípios, mas isso não significa que estamos fora de risco. O momento requer vigilância, redução das atividades de risco e celeridade na adoção das medidas para redução do número de casos”, enfatizou o secretário de Governo, Eduardo Corrêa Riedel.

A capital Campo Grande, que está enquadrada no grau extremo (bandeira preta), só permite o funcionamento de serviços essenciais e tem toque de recolher das 21h às 5h. A assessoria de imprensa informou que não há previsão para o retorno das aulas presenciais.

Reabertura e relaxamento nas nas regiões Norte e Nordeste já estão podendo acontecer, devido a tomada de medidas rígidas como o lockdown nas regiões. No Sul, o governo anunciou que deve adotar também o edurecimento das medidas de isolamento para conter o avanço da doença.  

*Com Agência Brasil.