05 de dezembro de 2021
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AO VIVO: Votação de relatório final define banimento de Bolsonaro das redes sociais

CPI da Pandemia tem sua última sessão nesta 3ª feira (26.out.2021) e outros 10 nomes foram incluídos na última versão

Depois de 64 reuniões, 57 pessoas ouvidas, e uma imensa quantidade (8,4 terabytes de documentos) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia tem sua última sessão nesta 3ª feira (26.out.2021) e a lista de sugestões de indiciamentos foi ampliada de 68 para 78 pessoas e empresas.

De acordo com Agência Senado, por sugestão de senadores são incluídos os 10 seguintes nomes: 

  • Heitor Freire de Abreu, ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações do Ministério da Saúde; 
  • Marcelo Bento Pires, assessor do Ministério da Saúde;
  • Alex Lial Marinho, ex-coordenador de Logística do Ministério da Saúde;
  • Thiago Fernandes da Costa, assessor técnico do Ministério da Saúde; 
  • Hélcio Bruno de Almeida, presidente do Instituto Força Brasil;
  • Regina Célia Oliveira, fiscal de contratos do Ministério da Saúde;
  • Amilton Gomes de Paula, reverendo presidente da Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah);
  • José Alves Filho, sócio da Vitamedic Indústria Farmacêutica Ltda.;
  • Hélio Angotti Netto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde; 
  • Antônio Jordão, presidente da Associação Médicos pela Vida.

Para Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI, o relatório é "completo", com crimes, inclusive de Jair Bolsonaro, e aponta provas que não poderão ser desprezadas e devem ser investigadas pelo Ministério Público e julgadas pelas autoridades judiciais. "Essa história não acaba aqui", disse.

Presidente da Comissão, segundo a Agência Senado, Omar Aziz (PSD-AM) disse que a CPI não fez acordos para indiciar ou deixar de indiciar pessoas no relatório final. Nomes indicados por Renan Calheiros (MDB-AL) só estão no texto depois de a comissão identificar indícios de irregularidades durante as investigações.

"Não existe acordo para indiciamento. Todos, sem exceção, foram discutidos, e depois ter fatos concretos, eles foram feitos. Não tem acordo para tirar fulano e colocar sicrano. Os fatos são maiores. Se a gente colocou o indiciamento de presidente da República a servidor ou empresário, foi porque tinha fatos concretos", disse Omar.

Ainda, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e grupo majoritário da CPI decidiram incluir no texto um pedido cautelar ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente Jair Bolsonaro seja banido das redes sociais, segundo a Rede Brasil Atual.

Conforme apontou a Folha de S. Paulo, Além de estar no documento final, o banimento de Bolsonaro terá um requerimento separado, que também será votado. Com isso, essa medida cautelar será enviada no âmbito do inquérito das fake news, ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

 

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