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domingo, 05 de julho de 2020

'VERDADES NECESSÁRIAS'

Bolsonaro queria 'rebelião armada' durante a pandemia, diz Moro

Bolsonaro voltou a atacar o ex-ministro em conversa com apoiadores nesta 2ªfeira

Por: REDAÇÃO01/06/2020 às 13:19
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O ex-ministro e ex-juiz Sérgio MoroO ex-ministro e ex-juiz Sérgio MoroFoto: Reprodução/Web

Na nota em que rebate informações e críticas de Jair Bolsonaro a seu respeito em conversa com apoiadores, na manhã desta 2ª-feira (1ºjunho), em frente ao Palácio da Alvorada, Sergio Moro diz que o presidente da República queria “promover uma espécia de rebelião armada” durante a pandemia da Covid-19.

Bolsonaro afirmou que Moro “ignorou decretos meu e ignorou lei, para dificultar a posse e o porte de arma de fogo para cidadão de bem”.

O ex-ministro rebateu assim:

“Sobre políticas de flexibilização de posse e porte de armas, são medidas que podem ser legitimamente discutidas, mas não se pode pretender, como desejava o presidente, que sejam utilizadas para promover espécie de rebelião armada contra medidas sanitárias impostas por governadores e prefeitos, nem sendo igualmente recomendável que mecanismos de controle e rastreamento do uso dessas armas e munições sejam simplesmente revogados, já que há risco de desvio do armamento destinado à proteção do cidadão comum para beneficiar criminosos.”

Moro acrescentou que “a revogação pura e simples desses mecanismos de controle não é medida responsável”.

Bolsonaro voltou a atacar o ex-ministro em conversa com apoiadores nesta segunda, no Palácio da Alvorada. Presidente chamou Moro de “covarde” por ter dificultado, de acordo com ele, a flexibilização de posse de armas no país.

“Para vocês entenderem quem estava do meu lado, essa IN (Instrução Normativa) 131 é da PF, mas por determinação do Moro. Ignorou decretos meus para dificultar a posse de arma de fogo para as pessoas de bem”, disse Bolsonaro.

“Por isso que naquela reunião secreta o Moro ficou calado de forma covarde. E ele queria ainda uma portaria depois que multasse quem estivesse na rua… Perfeitamente alinhado com outra ideologia que não a nossa. Graças a Deus ficamos livres dele”, completou.

“Sobre a ofensa pessoal feita, meu entendimento segue de que quem utiliza desse recurso é porque não tem razão ou argumentos", alfinetou.  

 

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