27 de novembro de 2021
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Delcídio defende campanha limpa sem baixaria

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O senador Delcídio do Amaral(PT) ocupou na noite de ontem a Tribuna do Senado para conclamar os partidos políticos a fazerem uma campanha eleitoral limpa, sem ataques pessoais e marcada pela discussão de propostas para melhorar a vida dos cidadãos. “Desde que me apresentei pré-candidato ao governo do meu estado, o Mato Grosso do Sul, tenho sido alvo de ataques os mais baixos possíveis. Estão requentando notícias sem consistência nenhuma, divulgadas quando me candidatei pela primeira vez ao Senado em 2002. A última agora, numa operação ardilosa, um parlamentar citado ontem pelo site Brasil 247 induziu o deputado federal Anthony Garotinho a fazer na semana passada um discurso contra um projeto que apresentei aqui no Senado de Cidadania Fiscal , complexo e  amplo, e que por isso precisa ser muito debatido." Delcídio defende que a leitura isolada de  um artigo de um projeto  pôde levar as pessoas a conclusões erradas, o que de fato aconteceu. "Como a mentira tem perna curta e a verdade sempre aparece, na quarta-feira o deputado  Garotinho desmentiu, dizendo que fez um discurso falando de um projeto supostamente apresentado por mim, mas que, na verdade, era de um deputado que representa São Paulo na Câmara", explica Delcídio. O senador e pré-candidato do PT ao governo do Estado destaca que a indução a Garotinho foi tamanha que associaram várias tentativas de votação à matéria na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, quando o projeto elaborado por ele nunca saiu do Senado, como já havia sido dito na última terça-feira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT) diante dos ataques do deputado Marquinhos Trad (PMDB), irmão de Nelsinho Trad, principal adversário de Delcídio na disputa pelo governo do Estado. Delcídio finalizou seu pronunciamento dizendo que tem eito audiências públicas permanentes para aperfeiçoar a proposta, conversando com membros do Ministério Público, da Polícia Federal, do Ministério da Fazenda , do Banco Central e de todos os órgãos de controle do governo para introduzir mecanismos que impeçam o retorno de dinheiro que saiu do Brasil fruto de atividades ilegais. Heloísa Lazarini