14 de maio de 2021
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Futuros projetos

Eleições renovam fôlego e fortalecem base de Azambuja e Marquinhos

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 Os resultados das urnas não poderiam ser mais generosos para os dois dirigentes com maior influência hoje em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o prefeito Marquinhos Trad (PSD). Para ambos, todos os resultados que se sucederam à contagem dos votos somam elementos positivos e oxigenam os planos para futuros projetos.

            Se o governador ficou feliz e aliviado com a própria reeleição e a vitória de aliados que lhe dão folgada maioria na Assembleia Legislativa e Câmara Federal, o prefeito também regozijou-se na sucessão de acontecimentos favoráveis, que vão desde a campanha consagradora dos irmãos Nelsinho Trad e Fábio Trad até à confirmação do primo Luiz Henrique Mandetta como ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro.

            Na Assembleia, que tem 24 deputados, de 17 a 21 deles estão na conta dos votos prontos para aprovar os projetos de interesse do Executivo estadual a partir do próximo ano. Maioria semelhante tem Marquinhos na Câmara Municipal. Mas com o governador e o prefeito também se alinham fielmente seis dos oito deputados federais e um dos três senadores.

            Além da base parlamentar, há que ser considerado entre os itens positivos dos dois dirigentes o tecido político-institucional do governo que se instalará no Palácio do Planalto em janeiro. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) teve, de primeira hora, e sobretudo no segundo turno, o apoio aberto e encorpado de Azambuja e Marquinhos. E ao escolher dois deputados federais sulmatogrossenses para seu ministério – Tereza Cristina para a Agricultura e Luiz Henrique Mandetta para a Saúde -, o presidente deu a Mato Grosso do Sul e aos seus dirigentes uma espécie de passaporte para o futuro.