21 de abril de 2021
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Em um ano de gestão, governo convoca 2,6 mil servidores concursados

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Para minimizar a deficiência do quadro funcional, o governo de Mato do Sul deu início a uma nova política de valorização dos servidores e convocou novos colaboradores nas mais diversas áreas de atuação. Nos últimos 12 meses, 2.694 novos servidores foram convocados pela administração pública estadual. A informação é do secretário de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto de Assis.

A área da educação concentra o maior número de convocados. Além dos 300 novos servidores administrativos que serão oficialmente chamados de 15 à 22 de fevereiro e 500 professores que serão chamados de 22 à 29 de fevereiro, foram convocados: 73 professores de artes, 63 na área de ciências biológicas, 54 professores de educação física, um professor de filosofia, 87 docentes de geografia, 17 professores de língua espanhola, 39 docentes em língua inglesa, 111 professores de língua portuguesa, um professor de química, dois docentes em sociologia e 52 professores de história. Na carreira de apoio à educação básica foram convocados 73 agentes de limpeza, 268 agentes de merenda e um técnico de biblioteca.

Na Segurança Pública, além dos 191 peritos papiloscopistas e 26 investigadores de polícia judiciária, o Governo convocou 152 novos bombeiros miliares, 13 oficiais do corpo de bombeiros e 116 novos policiais militares para patrulharem as ruas de Mato Grosso do Sul. No Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MS) 144 servidores foram convocados para fazer parte do quadro funcional.

Para atuar no Hospital Regional 259 novos profissionais foram chamados para o quadro de funcionários efetivos da Fundação de Serviços de Saúde. Na especialidade medicina, foram convocados: dois cirurgiões-gerais, três ginecologistas e obstetrícia, oito intensivistas adulto, dois neurologistas, quatro pediatras, dois cardiologistas, um cardiologista pediátrico, um coloproctologista, um cirurgião de cabeça e pescoço, três cirurgiões pediátrico, um cirurgião torácico, dois hematologistas e hemoterapia, dois intensivistas pediátricos, 20 médicos de medicina de urgência, um neonatologista, um neurologista pediátrico, dois oftalmologistas, dois cancerologistas pediátricos e um cancerologista clínico.

Os demais profissionais nomeados foram: dois nutricionistas, 36 enfermeiros, 11 farmacêuticos, seis farmacêutico-bioquímicos, dois terapeutas ocupacionais, 15 agentes de farmácia,  dois assistentes sociais, cinco fonoaudiólogos, três gestores de serviços hospitalares – ciências contábeis, 49 agentes de serviços hospitalares, 27 técnicos de enfermagem, dois técnicos de enfermagem – perfusionista,  sete técnicos de laboratório, um técnico de nutrição, 11 técnicos de radiologia, quatro cozinheiros, 11 auxiliares de copa, três auxiliares de cozinha e cinco auxiliares de serviços hospitalares.

Para trabalhar diretamente na arrecadação estadual, foram convocados 26 auditores fiscais da Receita Estadual (antigos fiscais de rendas) e 53 Fiscais Tributários Estaduais (antigo agente tributário), por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz). E na Agência Estadual de Metrologia (AEM/MS) 10 novos servidores passaram a fazer parte do quadro funcional do Estado.

Na área de habitação foram convocados 18 novos servidores. Sendo, um analista de programas habitacionais, dois arquitetos, dois técnicos contábeis, um técnico de recursos humanos, dois gestores de serviços organizacionais, três assistentes de serviços operacionais e sete técnicos de programas habitacionais. Para atuar como fiscais agropecuários na Iagro foram chamados dois engenheiros agrônomos, um engenheiro químico e sete médicos veterinários. Para atuar na área de contabilidade em diversos órgãos da administração estadual foram convocados nove analistas contábeis e 20 técnicos de recursos humanos.

“É diretriz do governador Reinaldo Azambuja apertar o cinto nos contratos e convênios e priorizar o servidor público. E é com base nessa determinação que estamos preenchendo alguns gargalos da administração, no que se refere ao quadro funcional, especialmente nas áreas prioritárias”, explicou Carlos Alberto de Assis.