21 de junho de 2021
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Investigados pela operação Fantoche são suspeitos de emitir notas frias e superfaturar gastos

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O promotor de justiça do Gaeco Marcos Alex Vera de Oliveira conversou com imprensa há pouco sobre detalhes da operação Fantoche, deflagrada na manhã de hoje. Conforme o promotor cinco pessoas foram presas, entre elas, o ex-coordenador do FIC (Fundo de Incentivo a Cultura) Reginaldo Peralta.

Segundo Marcos, Peralta e os quatro suspeitos de crime devem ficar detidos por cinco dias até que análise dos documento apreendidos seja concluída. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão de documentos, que consistem em cópias de projetos aprovados pelo FIC, notas fiscais, e CPUs.

O promotor explica que ainda é cedo para mensurar valores do prejuízo aos cofres públicos, mas que a suspeita é de muitos dos aprovados superfaturavam valor de serviços com notas fiscais frias para receber quantias maiores que as previstas no projeto e justificar pagamentos por serviços não prestados. Outra suspeita é de fraude por parte a gerência do FIC para garantir aprovação de determinados projetos.

A identidade dos quatro suspeitos detidos pelo Gaeco não foi revelada, mas os mandados foram executados nos municípios de Angélica, Bodoquena, Aquidauana e Corguinho.