18 de abril de 2021
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Eleição 2016

Marquinhos defende ilegibilidad para político com promessas não cumpridas

“O gestor tem que estar presente, visitar as unidades de saúde, ir à UPA (Unidade de Pronto Atendimento Comunitário) as duas ou três horas da madrugada; visitar a Santa Casa com frequência e não apenas quando um global está hospedado. Tem que estar lá quando a dona Maria das Moreninhas estiver, quando o seu Joaquim, lá da Cidade de Deus, está jogado na maca no meio do corredor. A função do administrador é estar presente junto à população na hora da dor e não apenas na hora de pedir voto”, afirmou.

O candidato do PSD também falou de Habitação e citou um exemplo de promessas feitas durante a campanha, que acabam não saindo do papel. “Esta gestão vai completar dois anos e até agora o governo dela não levantou nenhuma casa de tábua em Campo Grande. Como ela fala que vai construir cinco mil moradias?”, questionou.

Marquinhos defendeu a elaboração de projetos que garantam a construção de novas moradias e a correção na distribuição, hoje criticada por injustiças no sorteio e destinação dos imóveis. Ele recordou o período que foi secretário por oito anos e reduziu a zero as moradias subumanas em Campo Grande, por meio de uma equipe técnica, que o acompanha até hoje. Recentemente, Marquinhos conversou com o Ministro Gilberto Kassab, que o orientou a recuperar a credibilidade da cidade, que hoje não consegue aprovar projetos em Brasília.

A Educação também foi citada como prioridade por Marquinhos, que se compromete a pagar o piso para os professores, que hoje recebem apenas 82% do que deveriam. O candidato do PSD agradeceu o apoio do eleitor no primeiro turno, mas também daqueles candidatos que chegam agora para somar ao projeto de levantar Campo Grande.

O candidato revelou que foi atrás de quase todos os candidatos e lamentou o fato de concorrentes esconderem tratativas políticas. “Tem gente que até hoje não contou para nossa cidade porque foi no gabinete do Gilmar Olarte duas horas após ter votado por ele na cassação. Eu digo as coisas que faço na clareza e na luz do dia”, declarou.

Marquinhos reafirmou que está preparado para ser prefeito de Campo Grande, reafirmando que não é candidato de grupo e nem da vaidade pessoal, mas do desejo de ser o melhor gestor que a cidade já teve.

“Vou ser prefeito para pagar o piso de 20 horas dos professores, enfrentar o Plano de Cargos e Carreira da Saúde e das demais categorias, terminar obras dos Ceinfs (Centros de Educação Infantil); reorganizar o trânsito e gerar emprego e renda para nossa juventude; investir na Cultura; transformar Campo Grande em uma cidade verdadeiramente sustentável e com acessibilidade. Prefeito só é bom quando governa para todos e meu compromisso é fazer uma administração transparente e com a participação das pessoas”, finalizou. A entrevista foi concedida ao Programa Tribuna Livre, da FM Capital.