22 de outubro de 2020
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ELEIÇÕES 2020

Marquinhos trabalha para não deixar que o futuro atropele o campo-grandense

Diretrizes de governo estão programadas para cidade com mais de um milhão de habitantes

Com os 241.866 votos recebidos no segundo turno da disputa sucessória de 2016, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) teve das urnas a demonstração de que havia sido escolhido por uma vontade popular majoritária e inovadora. Afinal, conquistar a confiança e o coração de 58,77% dos eleitores, numa disputa renhida e que não seria decidida num único turno, já constituía desafio singular e de alta completxidade.

Assim, antes mesmo da posse em 2017 ele já tinha concebido uma ideia central para o compromisso de governar com os passos no futuro, embora admitindo a necessidade imperiosa de fazer a lição de casa, em especial na reconstrução física e administrativa da cidade e da máquina, a reordenação de políticas publicas - com ênfase nas finanças e valorização dos servidores e dos serviços publicos - e o restabelecimento do crédito do poder publico.

Esses alvos foram ajustados no mesmo nível das prioridades definidas pela visionária concepção gerencial de Marquinhos. Recompor a autoestima dos campograndenses implicava, a seu ver, trazer de volta a Campo Grande vocacionada para o crescimento e alojada num contexto urbano saudável, e simultaneamente adaptá-la ao que serão as demandas e exigências dos próximos 20 ou 30 anos. 

O candidato a reeleição, Marquinhos Trad. Foto: Reprodução 

Dessa forma, a capital que Marquinhos pegou em janeiro de 2017 com menos de 900 mil habitantes vem sendo pensada, administrada e considerada como se desde aquele ano já estivesse abrigando um milhão de almas. Campo Grande, com seus 121 anos de vida e quatro décadas referenciada entre as 27 capitais dos estados brasileiros, já não podia mais continuar em marcha descompassada diante de demandas antigas e atuais, reprimidas e recém-instaladas pela expansão demográfica.

Por causa desse passo acelerado do tempo na  evolução da cidade, os investimentos que fazem dele o prefeito com maior índices de metas de campanha cumpridas (95%) - entregando 151 km de asfalto novo, abrindo sete mil novas vagas na educação básica e contemplando 12.950 famílias em programas da casa própria - já pertencem ao saldo vitorioso de um mandato em fase de conclusão.

O que toca agora é o novo desafio de lutar para que esse processo não se interrompa. Vai disputar mais uma vez o voto dos eleitores e apresentar não-somente o que fez, mas principalmente o que pretende e precisa ser feito na visão de quem caminha já no dia seguinte.

Aos 56 anos, com um lastro sanguíneo e familiar dos mais encorajadores - filho do inesquecível deputado e advogado criminalista Nelson Trad e de Therezinha Mandetta Trad, inspirado na companhia sativa e solidária da mulher Tatiana, e das filhas -, o advogado, professor universitário, ex-vereador, ex-deputado estadual e um dos mais habituais "peladeiros" do futebol de campo está à disposição dos votantes para ser acareado com os rivais. 

Ao menos 15 outros candidatos estão na concorrência e a disputa se anuncia árdua e ainda mais difícil por causa das restrições à campanha decorrentes da pandemi da Covid-19. Aliás, este é um capítulo a parte no seu histórico: o combate e a prevenção ao coronavírus só está sendo bem-sucedido em Campo Grande graças à restruturação dos serviços e à redefinição das políticas publicas, providências que destacou durante a campanha de 2016, quando nem se imaginava que quatro anos depois a população estaria sendo abalada por uma doença epidêmica e letal.

Para a Campo Grande que começa a respirar 2021 a realidade já está instalada com ao menos 10 anos à frente. O "mais" é a bola da vez para os campograndenses que aqui vivem e para os que estão chegando: mais casas, mais vagas nas escolas, mais profissionais de saúde e educação, melhor e maior disponibilidade de serviços e de equipamentos em áreas e exigências como as de transporte, trânsito, acessibilidade, mobilidade, bases de sustentabilidade, lazer, conhecimento e potencialização da capital como centro estratégico da economia do Mercosul.