18 de abril de 2021
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Iguatemi

Marun e André prometem não 'deixar barato' ameaça feita por policial

O deputado federal Carlos Marun e o ex-governador André Puccinelli, ambos do PMDB, prometeram não deixar barato o episódio em que um policial civil ameaçou pessoas presentes em um comício no município de Iguatemi, no conesul do Estado. O fato será comunicado à Polícia Federal.

Em coletiva realizada na manhã desta segunda-feira o deputado afirmou que pedirá apoio da PF nas eleições em Iguatemi, Tacuru e Coronel Sapucaia, cidades que ele julga carentes de mais segurança para garantia de lisura no pleito.

Puccinelli não falou com jornalistas, deixou a sede do diretório às pressas alegando ter uma reunião com o presidente do partido e da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi.

Além de comunicar o fato à PF, no começo da tarde desta segunda-feira (às 13h30), Marun também afirmou que solicitará uma audiência com o secretário estadual de segurança pública, José Carlos Barbosa, o Barbosinha (PSB), e com o presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Divoncir Schreiner Maran.

Orquestrado 

Puccinelli e Marun chegaram em Iguatemi no fim da noite da última terça-feira (23), atrasados para o comício de apoio ao candidato do PMDB à prefeitura, Dr. Carlinhos, quando foram surpreendidos com a chegada do policial civil Ricardo Palaoro, que teria proferido ofensas aos presentes e, ao receber vaias, sacou a pistola e ameaçou atirar nos presentes.

Segundo ele, após o fato, o delegado da cidade não foi encontrado para ser comunicado da ocorrência. Ainda segundo o deputado, o policial estaria de plantão no momento do comício, e teria sido avisado por alguém da chegada dos peemedebistas no evento.

Sem citar nomes, os peemedebistas acreditam que o fato possa ter sido ‘armado’ por coligações adversárias. Disputam com Dr. Carlinhos, em Iguatemi, Dra. Patricia (PSDB), Nei (PSD), Professor Jorginho (SD) e Tacuru (PMN).


Marun destacou também que vai relatar o ocorrido na Câmara dos Deputados, e que pedirá à Mesa Diretora que designe um parlamentar ou um advogado do Congresso para acompanhar o caso em Mato Grosso do Sul.