14 de junho de 2021
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Mochi defende ex governo e dá por encerrada discussão sobre herança em MS

Mochi defendeu a sigla e explicou sobre diferença de números da auditoria do governo tucano e relatórios apresentados da gestão anterior

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O presidente regional do PMDB, Junior Mochi, falou na manhã de hoje sobre os números apresentados pela auditoria de Reinaldo Azambuja, na semana passada, e garantiu que tanto os peemedebistas quanto os tucanos deram essa discussão por encerrada, já que o foco agora é trabalhar por Mato Grosso do Sul.

De acordo com Mochi, o ex-governador André Puccinelli (PMDB), explicou a situação das contas, deixadas por seu governo, e que foram contestadas pelos tucanos, já que houve divergência de valores.

Puccinelli teria apresentado ao partido as explicações, garantindo que os valores apontados nos documentos referentes ao registro da gestão fiscal, apresentado em janeiro deste ano e sobre o balanço anual de 2015, publicado em 1º/04/2015.

O ex-governador diz ter deixado aproximadamente R$ 571 milhões em caixa, conforme documentos, já o tucano, conforme auditoria, diz que foi deixado apenas R$ 301 milhões. Essa diferença de valores, de acordo com Mochi, é porque a auditoria de Azambuja foi finalizada no final de dezembro, e há valores da receita de competência que somente entram em caixa na segunda semana de janeiro, esses valores referentes a dezembro.

Também foi citado os valores dos empréstimos consignados, neste caso, há divergência de pensamentos dos governos. O atual governo coloca como dívida deixada pelo anterior R$ 141 milhões, que seria referente ao pagamento de parcelas de empréstimo. Para os peemedebistas. Esse valor deve ser pago pelo governador que assume o mandato, e não poderia estar incluída neste relatório.

“Damos por encerrada essa discussão, assim como o governador já fez. Cabe agora aos órgãos algumas questões, como analisar os números, essas discussões devem ser feitas por eles (órgãos)”, disse.