01 de outubro de 2020
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Mochi e Marun tentam amenizar "ganho de força do PT" com adesão PR

Na última segunda-feira, o pré-candidato a governo do Estado, senador Delcídio do Amaral (PT), confirmou que a vaga do vice-governador em sua chapa será do PR (Partido da República). O anúncio não afetou os peemedebistas que afirmam que essa aliança não irá prejudicar a campanha do também pré-candidato Nelsinho Trad (PMDB).Para o deputado estadual e presidente regional do PMDB, Júnior Mochi, a repercussão que a união entre PT, PR e PDT, está tendo assim como as afirmações que a força dos partidos juntos é superior a da chapa montada por Nelsinho Trad, não é verdadeira. “Nós temos o apoio do PT do B e do PSB e teremos de outros partidos também. Isso é uma guerra democrática, o que vale é estar bem preparado”, disparou. Nelsinho Trad afirmou no último dia 22 de maio, no encontro Nacional dos Vereadores em Mato Grosso do Sul, que já teria dez partidos aliados, porém, não citou os nomes, pois, segundo o pré-candidato revelar as siglas é como “dar ouro ao ladrão”. Assim como Mochi, o deputado estadual Carlos Marum (PMDB) tenta amenizar o impacto eleitoral da chapa petista com apoio de PR, PDT e legendas como PTB e PROS. Marun acredita que o PMDB está bastante forte e nega que Nelsinho esteja atrasado na busca por aliados. Para ele, Nelsinho acertou em insistir nas siglas que o PMDB e ele próprio tem mais afinidades, mesmo que isso signifique uma chapa reduzida. Tayná Biazus e Dany Nascimento