17 de setembro de 2021
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Pesquisa crava gestão positiva de Lula e empate técnico com Bolsonaro em 2022

Nova pesquisa foi divulga na noite desta 3ª-feira (16.mar) pelo Instituto Ranking

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O Instituto Ranking acaba de lançar na noite desta 3ª-feira (16.março.2021), pela primeira vez, uma pesquisa nacional para avaliar o quadro de preferências eleitorais de 2022, além de números que apontam pandemia, vacinação e instituições. A pesquisa revela que desde a Ditadura Militar, 28,11% dos entrevistados acreditam que Luiz Inácio Lula da Silva foi o melhor presidente do país, seguido por Fernando Henrique Cardoso, considerado por 16,17%. O atual presidente, Jair Bolsonaro (sem partido) é o terceiro colocado, até aqui, considerado 11,21%.  

Numa disputa em que estivessem apenas Bolsonaro contra Lula estimulada pela seguinte pergunta: "E se fossem somente estes três candidatos a presidente do Brasil, em qual deles você votaria?", haveria um empate técnico já que a pesquisa com confiança de 95% têm margem de erro 2,5%, para mais ou para menos. 43.29% disseram que votariam em Bolsonaro e 40.68% votariam em Lula. 

Quando avaliado o atual presidente da república, Jair Bolsonaro, 28,72% acham ótimo ou bom, 24,39% o considera regular, outros 44,21% considera Bolsonaro ruim ou péssimo. 2, 68% não sabem ou não responderam à essa questão. 

Segundo a Ranking, quando perguntados o que acham da gestão de Bolsonaro durante a pandemia, 54,29% classificam como ruim ou péssima, sendo que 20,36% classificam como uma boa ou ótima gestão. Outros 22,78% disseram ser regular as ações do presidente e 2,57% não souberam opinar sobre ou não responderam.

Perguntados sobre a responsabilidade pela disseminação da pandemia causada pela Covid-19. 50,24% disseram que a culpa é do Governo Bolsonaro. 20,33% disseram que a responsabilidade do fracasso se deveu aos governos estaduais. 14,13% disseram que os responsáveis pela disseminação eram de responsabilidade de prefeitos. Apenas 12,62% disseram que os responsáveis pela disseminação seria a população em geral.  

Quando perguntados qual a intenção de vacinação contra o vírus, 76,06% disseram que eram favoráveis a imunização, 11,13% disseram que talvez se imunizariam, 5,23% não tomaria a vacina, 4,42% afirmaram que já estavam imunizados e 3,16% não souberam ou não responderam.  

Diante do cenário e possíveis candidatos às eleições em 2022, na resposta espontânea, segundo o Ranking, quatro candidatos foram mais citados pelos entrevistados. 20,16% disseram que votariam em Jair Bolsonaro, 15,29% disseram que votariam em Lula em 2022. 2,46% citaram o nome de Ciro Gomes e 2,12% indicaram que votariam no ex-juiz e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Conforme a pesquisa, se estimulada [1], o quadro de preferidos em 2022 mantém os 4 citados acima, com mais preferências. Na ocasião, 28,13% disseram que votariam em Bolsonaro, 24,20% votariam em Lula, 10,33% disseram que preferem Sérgio Moro. Outros 6,25% votariam em Ciro Gomes. Os demais candidatos ficaram abaixo dos 4% de intenções. 

Quando estimulados [2] pela seguinte pergunta: "E se fossem estes os candidatos a presidente do brasil, em qual deles você votaria?", os entrevistados 30,10% disseram que votariam em Jair Bolsonaro, 26,23% votariam em Lula, 12,20% votariam em Sérgio Moro, 7,13% votariam em Ciro Gomes, 5,10% votariam em João Dória e 4,03% votariam em Luciano Huck.15,21% disseram não saber em quem votariam ou não responderam.  

Quando afuniladas as opções, sendo que ficam Lula, Sergio Moro e Jair Bolsonaro. Estimulados [3] pela seguinte pergunta: “E se fossem somente estes três candidatos a presidente do Brasil, em qual deles você votaria?”.  34,29% disseram que votariam em Bolsonaro, 30.33% votariam em Lula, 18.49% disseram que votariam em Sérgio Moro e 16.89% não responderam. 

Num cenário estimulados [4] sem o ex-ministro da Justiça, aqui substituído pelo apresentador Luciano Huck, 36,55% votariam em Bolsonaro, 32,42% votariam em Lula e 11,26% votariam em Huck. 19.77% não responderam. 

Dessa vez, num cenário estimulados [5] com Ciro Gomes no lugar de Huck. 35,62% votariam em Bolsonaro. 31,36% votariam em Lula e 14,81% em Ciro. 18,21% não responderam. 

Caso o cenário estimulado [6] tivesse João Dória, Lula e Jair Bolsonaro.  36.94% votariam em Bolsonaro, 31.65% votariam em Lula e 12.49% destinariam seus votos à Dória.  18.92% não responderam. 

Num cenário estimulado [7] com um também ex-ministro no pleito, o sul-mato-grossense Henrique Mandetta. Nesse caso, 37.03% votariam em Bolsonaro, 33.20% votariam em Lula e 10.68% votariam e Luiz Henrique Mandetta.  19.09% não responderam. 

A pesquisa também apurou que os candidatos têm hoje maiores índices de rejeição. Nessa situação, Lula tem 35,2% de rejeição entre os entrevistados, Bolsonaro é o segundo mais rejeitado, sendo que 33,41% o rejeitam, em seguida aparece João Dória, com 22,88% de rejeição do eleitorado.

RANKING

Essa é a primeira investida da empresa sul-mato-grossense de pesquisa no mercado brasileiro que aponta cenário das eleições e visa ocupar espaço no segmento de levantamentos de tendências eleitorais e outros, acompanhando mudanças registradas nos últimos meses com o encerramento das atividades do IBOPE, que foi vendida para a inglesa Kantar.

A pesquisa foi realizada de 14 a 16 deste mês e foram ouvidas por telefone 3.070 pessoas a partir dos 16 anos de idade, em 163 municípios nas regiões Sul (15,06%), Sudeste (42,55%), Centro-Oeste (7,10%). Nordeste (27,13%) e Norte (8,16%). Das pessoas entrevistadas, 52,79% são do sexo feminino e 47,21% do sexo masculino.