20 de abril de 2021
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PHS ganha musculatura nacional e amplia visibilidade nas eleições

31. Este é o número que a partir das próximas eleições municipais confirmará o PHS entre as organizações partidárias consolidadas no País. Porém, antes mesmo que outubro chegue, a agremiação já começa a frequentar o imaginário dos eleitores, sobretudo dos que anseiam por renovações estruturais profundas na política e no modelo de representação popular.

 

Com esse nome, o Partido Humanista da Solidariedade está registrado desde o ano 2000, porém as suas raízes organizacionais remontam à década de 1960, plantadas pelos princípios do solidarismo cristão e libertador. E assim, apesar de sua adolescência no cenário institucional, o PHS já detém aos 16 anos uma expressiva estrutura orgânica e política. Com 17 prefeitos, dezenas de vice-prefeitos e vereadores eleitos em 2012, deputados estaduais e sete deputados federais, o partido encerrou no domingo, 31, uma das mais produtivas campanhas de filiação.

 

“Ao contrário das demais legendas, e sem desmerecê-las, nossa preocupação fundamental não é crescer por crescer, não é inchar. Não competimos em quantidade, mas fazemos questão, isto sim, da qualidade”, pondera Eduardo Machado, presidente da Executiva Nacional. “Somos um partido de portas abertas a quem queira abraçar a causa solidarista, defender o programa e cumprir os estatutos e a disciplina partidária. Nossa campanha de filiação deixa isso bem claro e o que nos alegra é o volume de adesão popular, de gente que vem exatamente porque vê no PHS o compromisso programático, o foco nos compromissos com a renovação e com a inovação nas práticas políticas e administrativas”, acrescenta.

 

Para coroar as afirmações do dirigentes, os concorridos atos políticos que antecedem o início da campanha reforçam a vocação de crescimento do solidarismo humanista em território brasileiro. Foi o que se viu, entre outros eventos, na plenária do dia 25 de julho passado, na plenária do PHS no Rio de Janeiro. Em pleno Largo do Paço Imperial, na emblemática Praça XV, mais de 10 mil pessoas tomaram conta do logradouro para saudar as lideranças do partido e apontar os caminhos político-eleitorais a serem percorridos nas disputas fluminenses.

 

O ato celebrou também os 19 anos de criação do PSN (Partido Solidarista Nacional), de onde foi gerado o PHS, e renovou a confiança de militantes e lideranças no papel que a legenda vai desempenhar nas sucessões municipais, com a perspectiva de lançar candidaturas próprias ou compor chapas majoritárias e coligações nas principais cidades do Brasil. “A diferença, para nós, é que nossas alianças em todo o País seguem um procedimento comum, instituído como prática conceitual: são programáticas. E só participamos de coligações ou, se for o caso, de administrações, se estivermos com aliados que compartilhem de nosso preceitos básicos, em especial os da ética, do respeito ao dinheiro e ao patrimônio públicos, o da eficiência gerencial e da gestão transparente, tudo isso com o olhar dos cristãos”, pontua o presidente.

 

VISIBILIDADE - Outro dado efetivo que denota a dimensão do avanço do PHS no panorama político do País foi a recente designação de Eduardo Machado para comandar a Secretaria Estadual de Assuntos Federativos e de Relações com Organismos Multilaterais. A pasta foi criada pelo governador Marconi Perilo, um dos presidenciáveis do PSDB, que viu no histórico vitorioso de Machado como empresário e dirigente publico um indicador seguro para a interlocução do Estado com o governo federal.

 

Segundo o governador, Eduardo Machado tem boa relação com o presidente da Republica em exercício Michel Temer e seus ministros, além de desfrutar de transitar com desenvoltura e credibilidade junto às instituições e organismos multilaterais, entre os quais o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Ao dar posse ao secretário Perilo foi enfático: “Estou seguro que seu relacionamento e sua experiência acrescentarão muito ao Estado”.

 

Com a investidura de Eduardo Machado, o PHS ampliou sua visibilidade nacional e descortina novos horizontes para otimizar sua performance política e eleitoral, opina o presidente do PHS em Mato Grosso do Sul, Emídio Milas. “Aqui em nosso Estado nosso ritmo e nossa intensidade de crescimento acompanham o que ocorre com o partido no restante do Brasil. Porém, o foco é o crescimento quantitativo, embora o crescente interesse nos permita alargar o campo de disputas com chapas próprias ou coligações”, destaca.