17 de setembro de 2021
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DIREÇÃO ESTRATÉGICA

Riedel é a peça-chave de Azambuja na engrenagem de seu último biênio

Com recorde de investimentos, Secretaria de Obras é decisiva para consolidar marcas e perfil de gestão

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Por meio do surpreendente fôlego financeiro que garante ao Estado e da inteligente solução estratégica para equilibrar custeio e austeridade, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) chega à metade do segundo mandato com sua máquina afiada. Está com as condições quase definidas para garantir a Mato Grosso do Sul mais dois anos de superação e avanços - o que lhe permitirá, em 2022, passar aos seus sucessores uma casa em ordem, segura e de realidades bem resolvidas.

Todavia, falta ainda ao governador fazer o melhor encaixe possível de uma peça na sua engrenagem, exatamente aquela que fará seguir adiante o comboio quando terminar esta gestão. O encaixe é para ser feito na Secretaria de Obras e a peça humana precisa estar muito bem ajustada, sem folga nem aperto excessivo, mas com a flexibilidade necessária de quem está preparado e incentivado a dirigir essa composição.

Só há um nome com esse perfil no elenco de assessores e aliados de Azambuja: o secretário de Governo e Gestão Estratégica. Eduardo Corrêa Riedel é um coringa refinado na ciência gerencial e no planejamento, submetido a testes complexos e sistemáticos nestes já passados seis anos de administração. Ele pensa o antes e o depois do governo, equilibrando as temperaturas geralmente instáveis que sacodem a governança.

CRÉDITOS

O governador Reinaldo Azambuja e Riedel O governador Reinaldo Azambuja e Riedel. Foto: Chico Ribeiro

Com uma gestão planejada estrategicamente, as coisas funcionam. E esse é um dos créditos da atuação discreta e eficiente de Eduardo Riedel. Se na atividade-meio as incumbências de planejar estrategicamente e monitorar os desempenhos têm sido cumpridas com resultados convincentes e sem qualquer quebra de previsão, as atividades-fim também respondem à altura, acompanham e até superam as expectativas mais otimistas, como nos casos da geração de novas vagas de trabalho e o pagamento em dia, às vezes antecipado, dos salários do funcionalismo.

Daqui até dezembro de 2022 o governo vai realizar a maior intervenção financeira e de engenharia com obras de infraestrutura nos 79 municípios. Estima-se o aporte de mais de R$ 6 bilhões, sem incluir os investimentos extras, como os projetos da Rota Bioceânica, parte deles em andamento. Riedel sabe que por causa desse contexto, a tarefa do Estado não poderá ser tratada como mera execução técnica ou burocrática, mas inspirada num conceito mais apurado de responsabilidade e vocação.

Recapeamento da MS-382Recapeamento da MS-382. Foto: Divulgação 

Dessa forma, a Secretaria Estadual de Obras deixa de ser apenas uma Pasta-fim ou organismo operacional e executor de infraestrutura física. E passa a assumir um papel de efetiva sensibilidade humana na condução do Estado, associando os elementos conceituais de gestão participativa e inclusiva ao apuro técnico do planejamento, do efeito resolutivo e da avaliação de desempenho.

É exatamente este o conjunto de cuidados e de qualificações que o governador de Mato Grosso do Sul pretende sacramentar na Pasta que vai dar o grande carimbo de aprovação de seus oito anos de gestão.