01 de outubro de 2020
Campo Grande 41º 24º

Shimabukuro afirma que PTB seguirá nacional e apoiará PT

Ao contrário do que pensa o presidente regional do PTB Ivan Lousada, o vereador de Campo Grande, Edson Shimabukuro (PTB), afirmou que embora Sérgio Longen tenha desistido de disputar uma vaga no Senado ao lado do pré-candidato a governo do Estado, Delcídio do Amaral (PT), o momento é prematuro para pensar em fechar alianças com outros  partidos, pois ao que tudo indica, o PTB irá seguir a nacional e apoiar os petistas. O parlamentar lembrou que existe a possibilidade de o partido firmar alianças com os tucanos, do pré-candidato ao governo do Estado Reinaldo Azambuja e garantiu ainda que  o presidente regional do PTB, Ivan Lousada, está em Brasília para conversar com Delcídio e Azambuja, buscando a melhor parceria. Além disso, Shimabukuro garantiu três nomes na linha de frente que podem disputar vagas em chapa majoritária, sendo do próprio Sérgio, do presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Mais e do ex-deputado, Aluizio Borges Mesmo que a princípio a sigla tenha o objetivo de seguir a nacional, não se pode excluir a possibilidade de formar aliança com o PSDB ou com o PMDB, partido o qual sempre foi apoiado pelo PTB. “Existe a possibilidade de caminhar com outros partidos, mas vale ressaltar que o PTB está hoje com o PT e tem cargos importantes, como o vice-presidente do Banco do Brasil e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, se caminharmos com outros partidos teremos a perda desses cargos”. O objetivo da sigla é eleger dois deputados estaduais e um federal, que tem em sua lista 40 nomes para serem avaliados, inclusive do próprio Shimabukuro que colocou o seu nome à disposição para concorrer a vaga de deputado estadual, que poderão concorrer aos cargos. “Em minha opinião, o partido não deve caminhar sozinho, mas sim, ao lado de algum partido”. Questionado sobre o também pré-candidato Nelsinho Trad, ter buscado o partido para conversas somente em outubro do ano passado, o vereador diz que essa é uma “ciumera” entre as siglas, pois ambas ficam se perguntando quando uma ou outra buscou essas conversas. Tayná Biazus