25 de junho de 2021
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Sudeco

Wasilewski traz perspectiva de gestão fértil para MS

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Logo que recebeu do ministro da Integração Nacional, Jáder barbalho, para chefiar a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Marcos Henrique Derzi Wasilewski tratou de acenar, com objetividade e segurança, os compromissos que devem nortear sua gestão. Disse que executará as diretrizes programáticas e conceituais  definidas pelo governo federal para acelerar a retomada do crescimento, capacitando os meios produtivos, e empreender uma administração inovadora, com olhar ampliado para os estados sob jurisdição do órgão e uma visão diferenciada em favor de Mato Grosso do Sul.

Marquinhos (como é chamado carinhosamente nos círculos afetivos) Wasilewski estái desde o início da semana no posto antes ocupado pelo ex-deputado federal Antonio Carlos de Oliveira, que instalou uma cizânia política ao ingressar no MDB e anunciar o propósito de reivindicar a indicação do partido para concorrer à Presidência da Republica.

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, encaminhou a exoneração de Oliveira e garimpou o apoio dos congressistas sulmatogrossenses para o novo superintendente, cuja unção granjeou adesões das diversas forças políticas, em especial do senador Pedro Chaves (PRB) o autor do convite ao novo superintendente.

Em 2016 Wasilewski foi nomeado coordenador regional da Administração Hidroviária do Paraguai (Ahipar), vinculada ao Ministério dos Transportes. Estava em uma das principais assessorias técnicas do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) quando foi convidado por Chaves. Ao aceitar, garantiu honrar a confiança que lhe foi depositada e responder à altura os desafios que vivem o País e seu Estado num momento decisivo para o desenvolvimento nacional.

OTIMISMO - Atento ás demandas do País, sobretudo à necessidade de interiorização do desenvolvimento e da capacitação dos segmentos produtivos, Wasilewski chega irradiando otimismo e energia. Vai conduzir uma autarquia que havia sido extinta e foi reativada, tornando-se nos últimos anos um elemento de importância estratégica para a afirmação das potencialidades brasileiras e a superação da conjuntura recessiva.

Vários programas com base orçamentária definida estão sob a responsabilidade deste sulmatogrossense que ama a natureza, é muito envolvido com a família e os amigos e têm hábitos simples. Com jurisdição nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e o Distrito Federal, a Sudeco, entre outras iniciativas, criou um banco de projetos para abastecer as prefeituras do Centro-Oeste em intervenções de fomento à afirmação econômica, social e cultural.

O banco de projetos inclui três modelos para desenvolver vocações municipais em áreas de rápida transformação, geração de renda e criação de empregos: centros comunitários, abatedouros municipais e bueiros estruturais. A Sudeco assume a parte técnica e fornecerá uma previsão orçamentária para a construção; e as prefeituras viabilizarão recursos com os parlamentares que representam os seus respectivos Estados.

Outra intervenção de boa lavra da superintendência é a reclamada solução para quem vive em situação de miséria. A Sudeco deu o primeiro passo para avançar o projeto de viabilidade do microcrédito. Em parceria com o Banco do Brasil, a Sudeco analisa as necessidades do Distrito Federal e dos municípios de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Assim, identifica onde há maior vulnerabilidade social, além de pesquisar os ambientes federativos com maior garantia de resultados em investimentos de promoção socioeconômica de acordo com as vocações locais.