RESPOSTA ÀS CRISES
MS dá em seis anos seu maior e melhor salto para o futuro
Em seis anos e quatro meses de governo, igual período marca a duração das crises que se acumularam sobre Mato Grosso do Sul. A recessão que já se arrastava em prolongados impulsos, teve sua dose aumentada na transição político-administrativa nacional em 2015 e foi agravada a partir de março passado com a eclosão da pandemia da Covid-19.
Mas nem mesmo a diversidade de conjunturas negativas impediu que o Estado criasse condições únicas e efetivas de superação e de desenvolvimento, voltando a crescer com autoridade e solidez. Os demonstrativos são irrefutáveis, ilustrados pelos indicadores de maior crédito no País, mediante a avaliação de desempenho de gestão e na execução de programas de desenvolvimento.
Hoje, enquanto se desdobra incansavelmente para garantir à população todas as atenções concretas para o enfrentamento da pandemia, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) revitaliza e amplia sua confiança ao conferir os resultados do planejamento e da estratégia de gestão que encarou a recessão e revidou sentimentos como a falta de perspectivas, o desânimo e a retração. A receita da vez é a da autoestima restaurada e potencializada das pessoas e do Estado.
Mato Grosso do Sul está dando um salto sem precedentes para o futuro. A qualidade e o volume de investimentos que reenergizam e diversificam a economia, gerando empregos e promovendo a inclusão social e econômica, ganha hoje um acréscimo da mais elevada dimensão: a Rota Bioceânica. É esta atualmente uma das senhas de maior repercussão nas economias continentais, porque capacita e dá competitividade singular ao Brasil e demais países da América Latina no jogo intercontinental de mercados comerciais.
Com esse corredor que, saindo de Porto Murtinho, abrirá e pavimentará o avanço do Brasil até a entrada do Oceano Pácífico, passando por Paraguai e Argentina e chegando aos portos do Chile, estará materializado um antigo sonho integracionista. E mais do que isso, as mercadorias do continente terão melhor preço, porque serão mais competitivas graças à economia no custo transporte. Além da navegação pelo Rio Paraguai e demais bacias hidrográficas de sua conexão, o escoamento conta ainda com os modais rodoviários e ferroviários disponíveis nos países da região.
OLHAR FUTURISTA
O governo sul mato grossense faz sua parte em todo este processo. E vai além. Para que o fluxo no transporte de cargas pesadas seja mais ágil e não sacrifique as vias urbanas de Porto Murtinho, Azambuja construiu o entorno rodoviário na BR-267, que direciona o tráfego para a região portuária. Na obra, o Estado desembolsou R$ 25 milhões. Nela, o olhar do governador vislumbrou autonomia, convivência produtiva e fortalecimento dos sonhos de integração continental - um olhar de futuro, inspirado pelos exemplos do passado e as experiências do presente.
INFRAESTRUTURA
Outros caminhos e opções de escoamento compõem o desenho desse histórico avanço sulmatogrossense. No dia 11 de fevereiro foi assinada a ordem de serviço para a malha rodoviária para aproximar Guia Lopes da Laguna, Cabeceira do Apa, Antônio João, Copo Sujo, Dourados, Itahum, Antonio João e Ponta Porã, em um flanco, e Jardim, Bela Vista e Porto Murtinho, em outro. As obras estão em andamento e o ritmo é bem acelerado. Num desses trechos de interligação, no Sudoeste, em cinco frente de trabalho os investimentos autorizados por Azambuja chegam a R$ 226 milhões.
Recursos para empreendimentos desse porte estão previstos e assegurados pelo Programa "Governo Presente", concebido por Azambuja para atender todos os 79 municípios com obras de infraestrutura e agregando a inclusão social, com geração de empregos e outros benefícios. Mais de R$ 4 bilhões terão sido mobilizados pelo Estado até dezembro do ano que vem, quando termina o segundo mandato do governador.
SANEAMENTO
Até lá também estarão avançados os projetos de universalização do saneamento básico nas cidades atendidas pela Sanesul. Esse objetivo foi viabilizado por mais uma das iniciativas acertadas de Azambuja: a Parceria Publico-Privada. "Garantir o acesso à rede de esgoto a cada família sul-mato-grossense é a meta da PPP feita entre a Sanesul e a Ambiental MS Pantanal (Aegea)", diz Walter Carneiro Jr, presidente da estatal.
Com a nova PPP, a Aegea ficou responsável pela prestação dos serviços de esgoto num lote de 68 municípios. O projeto prevê a universalização nos próximos 30 anos. Ao todo, estão estimados investimentos de R$ 3,8 bilhões, sendo cerca de R$ 1 bilhão em obras e mais R$ 2,8 bilhões em custos operacionais.
Esses dados atestam que a atenção governamental não se mede pelos investimentos em estradas, pontes e concreto. O saneamento é condição social e humanitária básica, de saúde, de higiene e de qualidade de vida. Assim também é a performance estadual no enfrentamento do coronavírus. Até terça-feira, 27, Mato Grosso do Sul já havia vacinado 16,97% da sua população com a primeira dose, ficando em segundo lugar entre os estados brasileiros com melhor desempenho na campanha de imunização contra a Covid-19. É superado apenas pelo Rio Grande do Sul e permanece entre os três primeiros desde o início da campanha.
Desde o primeiro ano de mandato Mato Grosso do Sul teve do governador decisões que, mesmo sob a pressão das crises, garantiram ao Estado resultados sociais significativos e até muito raros, como as posições frequentes nos primeiros lugares do ranking nacional de geração de empregos com carteira assinada e o pagamento em dia do funcionalismo público.
Para atrair investimentos, fomentar as atividades produtivas e assegurar o caixa que paga em dia o servidor público e presta socorro financeiro a famílias carentes impactadas pela pandemia, é preciso uma gestão que submeta sua estratégia gerencial aos mandamentos humanistas - como afirma Reinaldo azambuja: governar com e para as pessoas.
