MS Notícias

CAMPO GRANDE (MS)

Prefeitura autoriza obras de R$ 1,2 milhão para conectar ciclovias

Projeto prevê a implantação de 11,4 quilômetros de novas estruturas

Entre os locais contemplados estão vias como Rua Carandá, Rua da Candelária, Avenida Tamandaré, Avenida Euler de Azevedo, Avenida Gabriel Spipe Calarge e Rua Antônio Rahe.

A Prefeitura de Campo Grande autorizou nesta quarta-feira (25.mar.26) o início das obras para interligar trechos da malha cicloviária da cidade.

O investimento previsto é de R$ 1,2 milhão.

O projeto prevê a implantação de 11,4 quilômetros de novas estruturas.

A homologação deve ser publicada no Diogrande.

A META

A proposta é ligar pontos hoje isolados e criar rotas contínuas para ciclistas.

O plano inclui ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e calçadas compartilhadas.

Também estão previstas sinalização e ajustes na largura das vias, entre 2 e 2,5 metros.

REGIÃO SUL

Na região sul, o traçado amplia a ciclovia da Avenida Fábio Zahran.

O percurso segue por ruas e avenidas até alcançar a região do Lago do Amor.

A ligação conecta bairros como Vila Ipiranga, Piratininga e Jardim das Nações.

Na prática, reduz a necessidade de dividir espaço com carros em vias mais movimentadas.

REGIÃO NORTE

Já na região norte, estão previstas ciclofaixas nas avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré.

Esses trechos se conectam à estrutura da Orla Morena e ampliam o eixo entre bairros.

Outro ponto contemplado é o Bairro Coronel Antonino.

Ali, o projeto cria novas conexões entre ruas e avenidas da região.

Dados do IBGE mostram que parte dos trabalhadores do Estado usa bicicleta no dia a dia.

Na Capital, o percentual ainda é menor que a média estadual.

PRAZOS E RECURSOS

As obras terão prazo de 120 dias após a ordem de serviço.

Os recursos vêm do Tesouro Municipal e de convênios federais.

Hoje, Campo Grande tem cerca de 148 quilômetros de estrutura para bicicletas.

A rede está distribuída em dezenas de bairros, com ciclovias, ciclofaixas e trechos compartilhados.

Com as novas obras, a malha pode se aproximar de 160 quilômetros.

PROBLEMAS NAS CICLOVIAS

Apesar da expansão, ciclistas ainda apontam problemas em trechos existentes.

Entre as queixas estão falta de sinalização, buracos e mato alto.

A prefeitura também prevê novos projetos em outras regiões da cidade.