METANOL
Bebida alcoólica adulterada mata mais duas pessoas em MT
Estado soma 7 mortes desde novembro de 2025
A servidora da rede municipal de Educação de Novo Santo Antônio, Ana Carolinne Gomes Carlos, de 31 anos, e um morador de Aripuanã morreram nos dias 12 e 8 de julho, respectivamente, em Mato Grosso, após intoxicação por metanol. As causas das mortes foram confirmadas nesta 2ª feira (20.jul.26) pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Os exames toxicológicos identificaram a presença de metanol no sangue das duas vítimas. Segundo a perícia, ambos ingeriram bebidas alcoólicas adulteradas. Os casos seguem sob investigação da Polícia Civil.
Antes de morrer, Ana Carolinne procurou atendimento médico com falta de ar, mal-estar, perda da visão, sonolência, confusão mental e dificuldade para falar. Ela contou aos profissionais de saúde que havia consumido bebida alcoólica durante um festival realizado em São Félix do Araguaia, dois dias antes.
A servidora foi encaminhada ao Hospital Regional de Água Boa, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória durante o deslocamento e morreu antes de chegar à unidade.
No caso do morador de Aripuanã, a Politec não informou em que circunstâncias ocorreu a ingestão da bebida contaminada.
Com os dois casos confirmados nesta segunda, MT soma sete mortes por intoxicação por metanol entre novembro de 2025 e julho deste ano, segundo a Secretaria de Estado de Saúde. Outras duas pessoas sobreviveram após receber atendimento.
