24 de janeiro de 2022
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'NOME AOS BOIS'

Pecuaristas que se beneficiavam não querem mais ser julgados juntos

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Pecuaristas aparentemente não são tão unidos, já que um não quer estar junto do outro na apuração da lama do asfalto. Se o - já muito citado - criador de gado campo-grandense que trabalha pouco, e inclusive afrouxou agora a recolhida covidada, tem um time de 15 defendendo, o amigo pecuário tem só 11 e não quer ser sentenciado ao lado do colega. 

O que tem nome de banco americano fundado em 1919, atravessou a ponte da amizadde pegou água e sabão para passar nas notas no país vizinho. Esse pagou mais de 67 milhões ao amigo tucano, trocando por R$ 209 milhões em incentivos fiscais ao grupo de com mais de 20 cidadãos. 

Acontece que o pecuarista que trabalha pouco, em seu foro tem privilégios. Já teve ministro querendo separar os bois, só que daí, só o pecuário gestor estadual seria julgado pelo STJ, enquanto a patota denunciada ia parar nas instâncias federais de primeiro grau. Certa tá uma moça no meio dessa história que viu que, se participaram conjuntos na infração, se separar tu perde o contexto geral da coisa.

A pergunta que não quer calar é: 

Se já coloca outro para trabalhar em seu lugar, com tantas suspeitas nas costas, por que o dito cujo não é afastado de uma vez por todas?