16 de abril de 2021
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'NOME AOS BOIS'

Pecuaristas que se beneficiavam não querem mais ser julgados juntos

Pecuaristas aparentemente não são tão unidos, já que um não quer estar junto do outro na apuração da lama do asfalto. Se o - já muito citado - criador de gado campo-grandense que trabalha pouco, e inclusive afrouxou agora a recolhida covidada, tem um time de 15 defendendo, o amigo pecuário tem só 11 e não quer ser sentenciado ao lado do colega. 

O que tem nome de banco americano fundado em 1919, atravessou a ponte da amizadde pegou água e sabão para passar nas notas no país vizinho. Esse pagou mais de 67 milhões ao amigo tucano, trocando por R$ 209 milhões em incentivos fiscais ao grupo de com mais de 20 cidadãos. 

Acontece que o pecuarista que trabalha pouco, em seu foro tem privilégios. Já teve ministro querendo separar os bois, só que daí, só o pecuário gestor estadual seria julgado pelo STJ, enquanto a patota denunciada ia parar nas instâncias federais de primeiro grau. Certa tá uma moça no meio dessa história que viu que, se participaram conjuntos na infração, se separar tu perde o contexto geral da coisa.

A pergunta que não quer calar é: 

Se já coloca outro para trabalhar em seu lugar, com tantas suspeitas nas costas, por que o dito cujo não é afastado de uma vez por todas?