01 de julho de 2022
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ACHADO DE CORPO | CAMPO GRANDE (MS)

Filha e amiga acham corpo de Rubens em putrefação sobre a cama

Jovens pularam o muro e viram pela janela

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Rubens Lins Rocha de Souza, 54 anos, foi achado morto em decomposição às 19h30 da terça-feira (10.mai.22) dentro da casa que vivia na Rua Padre João Delfino, no Jardim Itamaracá, em Campo Grande (MS). 

Segundo o registro de ocorrência, a filha de Rubens, Francielen, de 21 anos e uma amiga chamada Laryssa que encontraram o corpo após Laryssa pular o muro do quintal e olhar pela janela. 

A polícia disse que as testemunhas haviam ido até o lugar a mando da própria mãe de Franciellen, Maria de Fátima Maciel, de 57 anos, que é ex-esposa da vítima.

Conforme relatos em extrato, Maria não via o ex-esposo desde o dia 4 de maio e como era de costume ele passar pela casa da ex, a mulher, estranhando a ausência das visitas, foi até o imóvel onde morava o ex-esposo. Essa visita ocorreu na mesma terça-feira. Ao chamar por diversas vezes em frente à casa e ninguém atender, Maria foi trabalhar e pediu para a filha passar lá para ver como estava o pai.

Rubens preferia morar sozinho pois fazia uso de entorpecentes.

Laryssa relatou à polícia que ao se aproximar da residência foi chamando pela vítima, notou a televisão ligada e luzes acesas e viu o corpo da vítima ao olhar de fora pela janela do quarto. Rubens estava em decúbito ventral sobre a cama do quarto, coberto de cobertas.

As jovens, então, acionaram os Bombeiros que compareceram ao local, fizeram o corte da corrente do portão, adentraram pela porta da sala, que estava aberta. Constataram que a Rubens estava morto já em estado de decomposição e rigidez cadavérica.

Não havia sinais de arrombamento no imóvel. 

Um documento de identificação encontrado na cozinha, recolhido, retirado cópia e entregue a família.

“Havia também vários remédios, para pressão e coração. Segundo relato dos familiares, a vítima já havia sofrido três infartos (AVC)”, finalizou o extrato.

O caso foi registrado como morte a esclarecer e será investigado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Integrado de Polícia (Depac/Cepol).