A internação do ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL) em Brasília virou alvo de versões conflitantes nesta semana.
De um lado, o filho Carlos Bolsonaro descreve um quadro grave. Do outro, médicos apontam evolução positiva.
Em publicação na 5ª.feira (19.mar.26), nas redes sociais, Carlos afirmou ter vivido “um dos dias mais difíceis” ao visitar o pai no Hospital DF Star.
Disse ter encontrado Bolsonaro “apagado”, sob efeito de medicações fortes. “Me deparei com aquele homem forte ‘apagado’ na cadeira”, escreveu.
Segundo ele, o ex-presidente não reagiu a estímulos e apresentava voz fraca, sonolência e dificuldades respiratórias.
Carlos também afirmou que o pai enfrenta a “3ª pneumonia seguida” e que viu a coleta de amostras de sangue para exames.

A publicação foi acompanhada de uma foto que, suspeita-se que o ex-vereador tenha criado usando inteligência artificial. Internautas no X questionaram a originalidade da imagem:




Procurado pela reportagem, o ex-vereador não respondeu até a última atualização. O espaço segue aberto.
ATAQUE À PF E PRESSÃO NO STF

Antes do relato, Carlos havia criticado uma perícia da Polícia Federal realizada no hospital.
Sem apresentar provas, afirmou que o procedimento “quase levou” Bolsonaro à morte e disse que o quadro ainda é “gravíssimo”.
A defesa do ex-presidente aguarda um novo laudo médico para decidir se acionará o Supremo Tribunal Federal.
BOLETIM APONTA MELHORA
Em resposta as mentiras de Carlos, o hospital divulgou boletim na 5ª.feira (19.mar.26) indicando evolução positiva da saúde do ex-presidente.
Segundo a equipe médica, Bolsonaro apresentou “boa evolução clínica e laboratorial” nas últimas 24 horas.
Ele segue internado na UTI, com suporte semi-intensivo e sem previsão de alta.
O tratamento inclui antibióticos, acompanhamento intensivo e fisioterapia respiratória.











