01 de dezembro de 2021
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"PISANDO NOS CALOS"

'Troca de farpas': interioranos se acusam com muito boi no meio

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Com a condução do filho ao xadrez, por menos de 24, teve zoólatra que ligou sobrenome do dito cujo aos bois, literalmente. Daí o cidadão diz que genitor de açougueiro há tempos furta mamíferos ruminantes de seu curral. Mas não sozinho. 

Acontece que o próprio Sr. Furtado confessou que, no corpo de sua fazenda, seu braço direito era quem lhe passava a mão. 

Ano passado até o pai do açougueiro foi em cana, por conta de um brincado sem brincos que carneava e mais 13 no curral. Abigeato. Seu Furtado disse "Isso aí é meu", e ainda comentou que, em menos de 10 meses, umas 146 vagas gordas tomaram "chá de sumiço". 

Se o açougueiro caiu com 38 na mão, no ano que se foi seu progenitor tabém viu o sol nascer quadrado detrás das grades, já que "os homi" encontraram sua carabina durante o carneamento. 

Na cidade de interior com rio de cor escura, entre o branco e o preto, se o episódio atual é a tal da venda de carne estragada, que alimenta a troca de farpas, há tempos também a alfinetada come solta.  

Parafraseando Benjamin Franklin: 

"Não se pode 'cuidar dos bois' sem temer as 'farpas', nem desfrutar uma bela esposa sem o risco dos cornos".