10 de abril de 2021
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Vice-governadora discute em Brasília Plano de Combate ao aedes aegypti

No dia 5 de dezembro, foi lançado o Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia.  Trata-se de uma grande mobilização nacional envolvendo diferentes ministérios e órgãos do governo federal, em parceria com estados e municípios, para conter novos casos de microcefalia relacionados ao vírus Zika.

O Plano é resultado da criação do Grupo Estratégico Interministerial de Emergência em saúde Pública de Importância Nacional e Internacional (GEI-ESPII), que envolve 19 órgãos e entidades.

Com o crescente número de casos de microcefalia no país, o Ministério da Saúde declarou, no mês passado, Situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional no país.

O plano é dividido em três eixos de ação: Mobilização e Combate ao Mosquito; Atendimento às Pessoas; e Desenvolvimento Tecnológico, Educação e Pesquisa. Essas medidas emergenciais serão colocadas em prática para intensificar as ações de combate ao mosquito.

Zika Virús em Mato Grosso do sul

Em reunião convocada pela presidenta Dilma Rousseff nesta terça-feira (9) com os governadores do País para tratar do Plano Nacional de combate ao mosquito aedes aegypti e da campanha de atendimento às gestantes e bebês com microcefalia, a vice-governadora de Mato Grosso do Sul, Rose Modesto, representou o governador, Reinaldo Azambuja, e pediu ao Governo Federal para acionar os países de fronteira, Bolívia e Paraguai, para que também eles façam seus deveres de casa e combatam o mosquito transmissor das três doenças epidêmicas: a dengue, a zika e a febre chikungunya.

Para o combate em território nacional, haverá a adesão das Forças Armadas e de recursos financeiros disponibilizados a cada Estado para travar a guerra contra o mosquito que vem disseminando doença em todo o Brasil. “Estamos bastante atentos à questão da transmissão da doença em MS, agora com as Forças Armadas vamos avançar mais e travar essa batalha contra o mosquito aedes aegypti. Mas também ponderamos em reunião com a presidenta que deve haver contato imediato com as autoridades dos países que fazem fronteira com o Brasil para que nosso esforço do lado de cá da fronteira não seja em vão”, argumentou a vice-governadora que também é secretária de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho.