17 de janeiro de 2021
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SAÚDE

Vacinação contra poliomielite continua nos postos de saúde da capital

Devido a baixa procura, a campanha inicialmente prevista para encerrar no dia 30 de outubro, foi prorrogada por mais 30 dias,

A vacinação contra a poliomielite continua disponível nas unidades de saúde de Campo Grande.  Desde a abertura do cronograma oficial, no dia 05 de outubro, foram imunizadas 25.276 crianças, entre 1 ano e menores de 5 anos de idade,  o equivalente 52,54% do público-alvo da campanha.  A meta estipulada pelo Ministério da Saúde é vacinar pelo menos 95% das 48.110 crianças da faixa etária preconizada.

Devido a baixa procura, a campanha inicialmente prevista para encerrar no dia 30 de outubro, foi prorrogada por mais 30 dias, ou seja, até esta segunda-feira,  dia 30 de novembro.

Apesar de não haver até o momento uma posição oficial do Ministério da Saúde sobre uma nova prorrogação, a superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), Veruska Lahdo, reforça que a vacina continuará disponível nas 71 unidades básicas e de saúde da família (UBSs e UBSs) do município.

“Nós ainda estamos com a cobertura muito baixa da vacina. É extremamente importante que os pais e responsáveis por crianças que estão dentro da faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 1 ano a menos de 5 anos, levem essa criança para se imunizar. A vacinação é a melhor maneira de se proteger contra a doença e evitar a reintrodução de doenças que já estão extintas no país, como a poliomielite”, disse.

A imunização contra poliomielite é indiscriminada, ou seja, mesmo que a criança entre 1 e menos de 5 anos esteja com a caderneta vacinal em dia, os pais deverão retornar à uma unidade, ou a um dos pontos temporários, para que a criança recebe uma nova dose.

Sobre a doença

A poliomielite pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores.