13 de junho de 2021
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Crescimento de Dilma pode ajudar aliados nos estados

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A colunista do site Brasil 247, Tereza Cruvinel destaca que candidatos a governador no segundo turno que podem ser favorecidos com a arrancada da presidente-candidata nas últimas pesquisa. Petistas que podem ter vantagem são Tião Viana, no Acre, Camilo Santana, no Ceará, e Delcídio Amaral, no Mato Grosso do Sul.  Dilma e Lula estão se estão se esforçando para ajudar o governador Tarso Genro, que tenta a reeleição no Rio Grande do Sul, mas está atrás nas pesquisas. Existe também os aliados do PMDB Eduardo Braga, no Amazonas, e Helder Barbalho, no Pará.  Tereza  destaca em seu blog que "se eleita, Dilma terá o apoio da maioria dos governadores, mas no Congresso, ainda terá que negociar para ampliar a base de apoio”. Dilma Rousseff tem vantagem sobre Aécio Neves nas últimas pesquisas eleitorais e isso pode favorecer alguns aliados nos estados que são candidatos a governador que disputam o segundo turno, afirma Tereza Cruvinel, em seu blog no 247. "No domingo, o PMDB pode conquistar o maior número de governos estaduais, estando no páreo em oito estados, com chances em outros quatro", afirma a jornalista. "O PT tende a ficar em segundo lugar: elegeu três governadores no primeiro turno e pode ganhar no Ceará e no Acre no segundo", acrescenta. Logo abaixo a jornalista elenca os nomes que poderão se favorecer com a onda pró Dilma. “Os petistas que podem ser favorecidos pela arrancada de Dilma são Tião Viana, tecnicamente empatado como tucano Marcio Bittar no Acre. Camilo Santana, que assumiu a liderança no Ceará contra o peemedebista Eunício Oliveira; e Delcídio Amaral, que enfrenta o tucano Ronaldo Azambuja no Mato Grosso do Sul. Lula e Dilma vêm se esforçando para ajudar o governador Tarso Genro, que tenta a reeleição no Rio Grande do Sul, Tarso Genro, mas a liderança continua com o "azarão" do PMDB de oposição Jose Ivo Sartori. No Amazonas, depois de perder a liderança na reta final do segundo turno para José Melo (PROS), o líder do governo no Senado, Eduardo Braga, é outro que pode crescer na esteira do arranque de Dilma. A situação lá também é de empate técnico. Outro que pode ser favorecido pela tendência final é Helder Barbalho, filho do senador Jader Barbalho, no Pará”. Tereza Cruvinel também se refere a"um efeito nocivo do sistema de reeleição para o sistema político é o descasamento entre a eleição presidencial, no primeiro turno, e a eleição dos senadores e deputados federais", o que acabou "produzindo um quadro como o que teremos agora, com 28 partidos tendo representação na Câmara e as bancadas dos maiores partidos encolhendo". Por isso, diz ela, "se eleita, Dilma terá o apoio da maioria dos governadores, mas no Congresso, ainda terá que negociar para ampliar a base de apoio". Leide Laura Meneses