16 de abril de 2024
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Em 14 dias como governadora, Rose supera desafios e garante celeridade à administração do Estado

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Desde que assumiu governo de Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) conseguiu imprimir como característica essencial de sua gestão, a organização, o dinamismo que permitem que o Estado resolva problema da população sul-mato-grossense, que não são poucos, com celeridade.

Isso para quem acompanha carreira de Azambuja não é novidade, basta relembrar ações do tucano enquanto prefeito de Maracaju e também como deputado estadual e federal. Porém, nos últimos 14 dias, período em que governador está de férias, a população pode se surpreender com atuação da vice-governadora Rose Modesto, governadora em exercício. 

Rose, que já atua como secretária estadual, assumiu comando do governo e logo nos primeiros dias enfrentou problema das chuvas que têm devastado municípios do interior. Prontamente, a governadora em exercício visitou cidades mais afetadas, mobilizou população, defesa civil, organizou entregas de kits e alimentos e itens básicos de higiene para famílias que tiveram de sair de suas casas e levou conforto para muitas pessoas. Rose também demonstrou capacidade de articulação e mobilização de equipes. Soube incentivar e valorizar trabalho da Defesa Civil e dos demais envolvidos no processo.

Durante período de férias de Reinaldo, a governadora provou que tem habilidade não só de legislar, como já havia demonstrado enquanto atuou como vereadora da Capital, mas também de administrar, coordenar trabalho conjunto de secretarias, fundações e agências, que formam complexo administrativo repleto de diversidades e desafios. 

A capacidade de Rose de articulação e diálogo com diversos setores da sociedade pode ser vista, também, durante abertura da Showtec, em Maracaju. Na ocasião, a governadora destacou fatores importantes do setor do agronegócio, que tem sido forte pilar da economia sul-mato-grossense. 

Nesta quarta-feira (27), Rose participa de mais um momento crucial para desenvolvimento da economia do Estado, a reabertura da navegabilidade da Hidrovia Tietê-Paraná em Buritama (SP).

A Hidrovia Tietê-Paraná que percorre seis estados brasileiros (São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Paraná), é uma via de navegação situada entre as regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste do país, permitindo a navegação e consequentemente o transporte de cargas e de passageiros ao longo dos rios Paraná e Tietê.

A Tietê-Paraná possui 12 terminais portuários, distribuídos em uma área de 76 milhões de hectares. A entrada em operação desta hidrovia impulsionou a implantação de 23 polos industriais, 17 polos turísticos e 12 polos de distribuição.

Esta é uma via de extrema importância para a produção agrícola dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, parte de Rondônia, Tocantins e Minas Gerais e também para o transporte de mercadorias. Segundo estimativas, a Tietê Paraná transporta cerca de R$10 bilhões em produtos.

A hidrovia ficou 20 meses interditada devido à seca. A interdição fechou 1600 postos de trabalho e causou prejuízo de aproximadamente de R$1 bilhão para as empresas de navegação. O transporte realizado via hidrovia custa, geralmente, ¼ do valor do transporte rodoviário.