05 de maio de 2021
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INVESTIGAÇÃO

Polícia carioca conclui e tem provas para concluir caso do menino Henry Borel

Delegado-chefe do Departamento de Polícia da Capital, Antenor Lopes, explicou que a equipe decidirá até esta terça (20. abril)

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Em entrevista nesta segunda-feira (19. abril) à rádio CBN, o delegado-chefe do Departamento de Polícia da Capital, Antenor Lopes, afirmou que o inquérito da morte do menino Henry Borel, deve ser fechado esta semana. 

Antenor pontuou que ainda não surgiram indícios de que a mãe do garoto, a professora Monique Medeiros era agredida ou ameaçada pelo namorado, o vereador carioca Dr. Jairinho (sem partido). Ambos estão presos pela morte de Henry desde o dia 8 deste mês.

“A versão dela [Monique] era para proteger o companheiro, Jairinho, inclusive pedindo para a babá apagar as mensagens que indicavam as agressões ao menino no dia 12 de fevereiro”, disse Antenor.

Antenor disse que a polícia ainda não definiu se ouvirá Monique novamente antes da conclusão do inquérito — como pediram os novos advogados da professora. Essa decisão vai ser tomada até terça-feira (20. abril) pelo delegado Henrique Damasceno [titular da 16ª DP], disse chefe de Polícia.

Antenor também disse que houve clara “manipulação” do depoimento da babá, Thayná Ferreira, ao contrário do que poderia ocorrer com Monique em um novo depoimento.

Antenor acrescentou que seria “catastrófico” se Jairinho tivesse conseguido um atestado de óbito de Henry sem que o corpo fosse periciado no IML.

Segundo Antenor, a perícia médico-legal mostrou que Henry não foi vítima de um acidente doméstico, “mas sim que foi vítima de um homicídio”.

*Com G1.