05 de agosto de 2020
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Chadid afirma que nunca houve falta de alimentos nas instituições de ensino

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O secretario de educação, José Chadid, afirmou ontem durante seu depoimento à Comissão Processante que não via outra maneira a não ser contratar emergencialmente empresas de abastecimento de gás e de alimentos.

De acordo com ele, se isso não fosse feito aproximadamente cem mil crianças que fazem parte das escolas e Ceinfs ficariam sem as refeições diárias.

 “Quando os 96 centros de ensino começaram a pedir o gás eu imediatamente procurei a CECOM para resolver o problema. A decisão foi contratar emergencialmente a empresa Jagás. Não poderíamos perder tempo naquele momento, foi o que fizemos. Edil sou um homem pratico você me conhece”, disse Chadid apontando para o presidente da Comissão Processante, Edil Albuquerque.

Contrato Salute – Questionado sobre se houve falta de alimentos nos centros de ensino, o secretario disse que falta alguns produtos apenas nos Ceinfs. “Não houve uma falta total de alimentos e sim de um produto ou outro nos Ceinfs. Inclusive o promotor da infância e da juventude Sérgio Harfouche investigou e constatou que não houve falta de alimentos”, destaca Chadid.

Sobre a qualidade dos alimentos da empresa Salute, o secretario disse que a empresa precisa se adaptar às regras da Anvisa para atuar com a Prefeitura. Além disso, a secretaria possui uma equipe de vinte nutricionistas que supervisionam os alimentos. “Nunca houve falta de alimentos e reclamações por má qualidade. As diretoras até elogiaram. Garanto que não iremos mais precisar recorrer aos contratos emergências, pois hoje em dia atuamos com o pregão 52 que atende a instituições durante todo o ano.

Alan Diógenes